CRISTIANE MATTOS/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/PAGOS
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Greve em BH afeta serviços, mas não há registro de confronto

De acordo com os organizadores,100 mil manifestantes compareceram ao protesto; PM não fez balanço

Leonardo Augusto - Especial para O Estado, O Estado de S.Paulo

28 de abril de 2017 | 17h25

BELO HORIZONTE - O metrô, parte do sistema de transporte por ônibus, lojas e agências bancárias da região central de Belo Horizonte, além de escolas das redes pública e particular não funcionaram hoje, 28, na capital mineira no dia de greve geral organizado em todo o país por centrais sindicais e movimentos sociais.

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou bloqueios em 23 trechos de sete estradas que cortam o estado. A maior parte das interrupções (6) ocorreu na BR-116, a chamada Rio-Bahia, nos municípios de Manhuaçu (Zona da Mata), Governador Valadares, Frei Inocêncio e Alpercata (Vale do Rio Doce), Teófilo Otoni (Vale do Mucuri), e Itaobim (Vale do Jequitinhonha). Os trechos foram liberados ao longo do dia

Também foram registradas interrupções do tráfego em cinco trechos da BR-040. Dois no sentido Belo Horizonte/Brasília e três em pontos entre a capital mineira e o Rio de Janeiro. Houve ainda paralisação no tráfego na MG-010, que liga Belo Horizonte ao aeroporto de Confins. O terminal, no entanto, operou normalmente ao longo do dia.

Sob muita chuva, cerca de 100 mil pessoas, conforme dados da Central Única dos Trabalhadores em Minas Gerais (CUT-MG), participaram de passeata entre a Praça da Estação e a Praça Sete, ambas na Região Central da capital. Houve ainda paralisações e manifestações em cidades do interior de Minas Gerais, como Juiz de Fora (Zona da Mata) e Montes Claros (Norte), Uberlândia e Uberaba, ambos no Triângulo Mineiro.



 

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