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Greve fecha 6,5 mil agências no País, afirmam bancários

Na região metropolitana de São Paulo, 622 agências não abriram as portas nesta terça-feira 

Fernando Ladeira, Agência Estado

30 de setembro de 2014 | 18h30

Atualizado às 19h20

Os bancários fecharam pelo menos 6.572 agências e centros administrativos em todo o Brasil no primeiro dia da greve nacional, informou a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT).

Esse total representa 427 unidades fechadas a mais na comparação com o primeiro dia da greve nacional do ano passado, ou seja, um crescimento de 9,38%. O balanço foi feito com base nos dados enviados pelos 134 sindicatos até as 18h30. Eles representam cerca de 95% dos 511 mil bancários do País.

"Mais uma vez os bancários dão uma grande demonstração de unidade nacional e a força de sua mobilização, fazendo uma greve ainda maior que no ano passado. É um recado inequívoco aos bancos de que queremos mais do que os 7,35% de reajuste e que não fecharemos acordo sem que nossas reivindicações econômicas e sociais sejam atendidas", disse Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários, segundo comunicado publicado no site da instituição.

Na região metropolitana de São Paulo, a paralisação contou com a adesão de 626 locais de trabalho. Deste total, quatro centros administrativos e 622 agências não abriram as portas. O Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região estima que esse número representa a participação de cerca de 16 mil trabalhadores.

Os bancários aprovaram na segunda-feira, 29, à noite o início da greve nacional por tempo indeterminado. Entre as principais propostas, o Comando Nacional dos Bancários reivindica reajuste salarial de 12,5%, mas a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) ofereceu aumento de 7,35%, sendo que para o piso da categoria o aumento proposto foi de 8%. 

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