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Greve geral mobiliza mais de um milhão na França

A França viveu ontem sua maior jornada de protestos desde o aprofundamento da crise econômica mundial, em setembro de 2008. Em 226 passeatas, entre 1,2 milhão e 3 milhões de funcionários públicos e de empresas privadas foram às ruas protestar contra o desemprego, a queda do poder de compra, o auxílio aos bancos e o fechamento de usinas.

Agencia Estado

20 de março de 2009 | 07h49

Em Paris, uma marcha a partir da Praça da República, na tarde de ontem, reuniu de 85 mil, segundo a polícia, a 350 mil pessoas, segundo os organizadores. Entre palavras de ordem, um canto resumia o sentimento da maioria: "Aumentar os salários, não os acionários!" Há revolta também contra os bônus dados a executivos de empresas em dificuldades. Movimentos semelhantes ocorreram nas principais cidades do interior, como Marselha, Lyon e Caen.

Em Compiège, mais de 10 mil pessoas protestaram contra o fechamento de uma usina da fabricante de pneus alemã Continental. Atos semelhantes foram realizados por trabalhadores da Sony e da companhia petrolífera Total, onde o lucro em 2008 chegou a 13,9 bilhões e 555 vagas serão fechadas.

A mobilização foi 20% maior do que a realizada em 29 de maio. Na ocasião, o presidente Nicolas Sarkozy anunciou um pacote social de 2,6 bilhões. Dessa vez, calou-se. Pela manhã, recebeu o primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, e à tarde partiu a Bruxelas. Por meio de assessores, disse que não fará novas concessões, o que irritou sindicalistas. "O silêncio não pode ser a resposta do governo e do patronato", disse François Chérèque, secretário-geral da Confederação Democrática do Trabalho (CFDT). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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