Greve não oferece risco ao abastecimento, diz Petrobras

A Petrobras informou em nota que a greve dos petroleiros iniciada hoje "não oferece o menor risco de desabastecimento de qualquer derivado de petróleo" e não afetou qualquer área de produção da empresa. Segundo a companhia, às 9h30, as unidades do Rio de Janeiro, Sergipe, Rio Grande do Norte, Espírito Santo e Amazonas já estavam funcionando normalmente. Em outras unidades, ainda segundo a empresa, o movimento de greve é parcial. Diz a nota: "Na área de Exploração e Produção a produção e abastecimento de petróleo e gás estão absolutamente normais. O movimento nas plataformas restringiu-se à redução de manutenção preventiva (manutenção programada de equipamentos). A manutenção de rotina foi realizada normalmente. Na área de refino, a produção e o abastecimento são absolutamente normais, tanto para clientes como para consumidores. Nas refinarias o movimento restringiu-se ao corte de rendição, garantindo o funcionamento normal de todas as unidades. Na área de Terminais de transferência e estocagem, as operações são normais, sem qualquer problema de abastecimento. Em oito dos 41 terminais da Transpetro o movimento restringiu-se ao corte de rendição, garantindo o pleno funcionamento de todas as unidades". Segundo a Petrobrás, estima-se que na área administrativa 70% dos empregados trabalham normalmente. A companhia informa na nota que "continua disposta a iniciar as negociações com seus empregados em busca de um acordo coletivo satisfatório para todos".ParanáEm Araucária, na região metropolitana de Curitiba, os petroleiros da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) e das outras unidades da Petrobras no Paraná e Santa Catarina estão fazendo uma manifestação hoje. Na Repar, o mesmo grupo que entrou às 15h30 de ontem continua no trabalho, assim como na Usina de Xisto, de São Mateus do Sul. Nos terminais, houve atraso de duas horas na entrada. A chuva não permitiu manifestações em frente às unidades.

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