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Greve segue com força total na Alemanha

A primeira greve dos últimos sete anos do maior sindicato da Alemanha, o IG Metall, segue com força total e seu líder prometeu continuar até que consiga um "resultado aceitável". "Estamos prontos para conversar a qualquer momento" se os empregadores melhorarem sua oferta, disse o líder do sindicato, Klaus Zwickel.As negociações romperam no dia 19 de abril com a rejeição do sindicato de uma oferta de aumento salarial de 3,3% por 15 meses. O sindicato quer um aumento de 6,5% por um ano para compensar os trabalhadores pela inflação, maior produtividade e pelos aumentos moderados concedidos no passado. Milhares de metalúrgicos aderiram a uma paralisação que muitos temem que diminuirá o ritmo de recuperação da maior economia da Europa.O sindicato, que representa 2,7 milhões de trabalhadores, quer hoje paralisar o trabalho de 50 mil metalúrgicos em montadoras no sudoeste da Alemanha, e volta suas atenções à matriz da fabricante de carros luxo Porsche, Audi, duas outras fábricas da DaimlerChrysler e ao fabricante norte-americano de tratores John Deere.A greve teve início ontem com a paralisação da atividade dos trabalhadores do turno da noite na fábrica de Sindelfingen da DaimlerChrysler. A IG Metall, que também representa trabalhadores das indústrias de eletrônicos e maquinários, planeja uma série de paralisações de um dia nas maiores plantas de montadoras na região sudoeste de Baden-Württemberg - coração industrial da Alemanha.O sindicato poderia ter paralisado completamente a atividade das montadoras, mas decidiu realizar interrupções de um dia para poupar vagas e evitar uma reação em cadeia com demissões em outras fábricas.

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