Greves afetaram crescimento do PIB, diz Furlan

Para o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Luiz Fernando Furlan o baixo crescimento do PIB no segundo trimestre deste ano deveu-se, além de fatores como a taxa de câmbio, a dois acontecimentos: a greve da Anvisa e dos fiscais da Receita Federal. "Mercadorias ficaram retidas, não saiam e nem entravam, estes foram os grandes vilões que influenciaram mais no baixo crescimento do PIB neste período", considerou. Furlan disse ainda que o fato de a Copa do Mundo ter resultado em menos número de horas trabalhadas também pode ser considerado um fator relevante.O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,5% no segundo trimestre deste ano, ante o primeiro trimestre, segundo divulgou nesta quinta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado ficou no piso das expectativas de mercado apuradas pelo AE-Projeções, que variavam de 0,5% a 1%, com mediana em 0,75%. O número divulgado é o mais baixo desde o terceiro trimestre de 2005, quando houve retração de 1,2%.

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