Grevistas de Paranaguá querem presença de Requião

O Porto de Paranaguá, no Paraná, um dos principais centros exportadores de soja do País, continua paralisado. Os trabalhadores, de operadores a estivadores, cruzaram os braços reivindicando do Estado melhores condições de trabalho. A fila de caminhões, na manhã de hoje, chega a 66 quilometros, e há 14 navios à espera de carregamento. Os trabalhadores querem também melhorias para o Porto, antes que ele perca sua competitividade e comece a ser trocado por outros portos do País, com preços mais competitivos. Outra condição estabelecida pelos grevistas é a presença do governador do Paraná, Roberto Requião, no Porto. O prefeito de Paranaguá, Mario Manuel das Dores Roque, está buscando um contato com Requião desde ontem, mas ao chegar a Curitiba, soube que ele havia viajado para outra cidade, no próprio Paraná.

Agencia Estado,

19 Março 2004 | 08h55

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