Grupo Socma vai se retirar do Brasil e da Argentina

O presidente do grupo Socma, Franco Macri, anunciou que se retirará de seus negócios no Brasil e na Argentina, dentro de um prazo de 12 meses. Pilar de uma das grandes holdings familiares argentinas, Franco Macri anunciou, ontem, que venderá todas as suas empresas no próximo ano para retirar-se da atividade coorporativa. Aos 73 anos de idade, dono de outras empresas como Correo Argentino e Sideco, uma das três principais construtoras do país, Macri disse que se um de seus cinco filhos desejar ficar com alguma de suas empresas, "pode comprá-las", mas destacou que "nenhum deles tinha vocação para continuar com a companhia". O empresário afirmou que iniciará a venda de suas empresa pelo Brasil, onde controla o pedágio de duas rodovias, uma fábrica de biscoitos e uma de pastas , dentre outras empresas, para pagar dívidas e sanear seus negócios na Argentina. "Vamos continuar no nosso core business (negócio central) que é a construção, as concessões, as privatizações", afirmou em entrevista ao jornal La Nación.

Agencia Estado,

07 Julho 2003 | 12h11

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