Guedes defende privatização da Petrobras e diz que estatal não valerá mais nada em 30 anos

Segundo o ministro, é preciso tirar o petróleo o mais rápido possível para transformar a riqueza em educação, investimentos e tecnologia para a população

Eduardo Rodrigues, Eduardo Gayer, Sofia Aguiar e Matheus de Souza​ - O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA - O ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a sinalizar, nesta segunda-feira, 25, apoio à privatização da Petrobras, como uma forma de extrair mais rápido o petróleo e gás natural brasileiros. Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro também sinalizou que a possibilidade já esteve no radar do governo.

"O presidente Bolsonaro falou que estudaria o que ia fazer com a Petrobras. Afinal de contas, se estamos com crise hídrica e tivemos escândalo de corrupção, são 30 a 40 anos de monopólio no setor elétrico e no setor de petróleo. E, se daqui a 10 ou 20 anos, o mundo inteiro migra para hidrogênio e energia nuclear, abandonando o combustível fóssil. A Petrobras vai valer zero daqui a 30 anos. E deixamos o petróleo lá embaixo com uma placa de monopólio estatal em cima", ironizou, em cerimônia de lançamento do Plano Nacional de Crescimento Verde no Palácio do Planalto.

'A Petrobras vai valer zero daqui a 30 anos', disse Guedes, ao defender a privatização da estatal. Foto: Joédson Alves/EFE - 25/10/2021

Para Guedes, o objetivo é tirar o petróleo o mais rápido possível para transformar a riqueza em educação, investimentos e tecnologia. "Tem que sair mais rápido. Não adianta ficar uma placa dizendo que é estatal e o petróleo não sai do chão. E quando sai, sai com corrupção. Se houve a maior roubalheira da história no 'Petrolão' e agora o preço do petróleo só sobe, o que o povo brasileiro ganha com isso?", questionou.

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Ele destacou que as ações da Petrobras subiram 6% após o presidente Jair Bolsonaro dizer que iria estudar meios para privatizar a empresa. "Em mais duas ou três semanas, são R$ 15 bilhões criados. Isso não existia, não é tirar do povo. É uma riqueza que estava destruída, bastou o presidente dizer que ia estudar que o negócio saiu subindo. Não dá para dar R$ 30 bilhões para os mais frágeis (no Auxílio Brasil)?", completou.

Na manhã desta segunda, em entrevista à rádio Caçula FM, do Mato Grosso do Sul, Bolsonaro, que já defendeu por várias vezes a privatização da estatal, afirmou que já tinha colocado sua equipe econômica para estudar o assunto, mas destacou as dificuldades em lidar com o tema: "Não é colocar na prateleira e quem dá mais leva embora.”

Na avaliação de Bolsonaro, privatizar a empresa não dá a garantia de que ela vai crescer. De acordo com o presidente, tirar o monopólio do combustível do Estado abre a possibilidade de os problemas com os combustíveis ficarem na mesma coisa “ou talvez pior”.

Gasolina e diesel mais caros

O chefe do Executivo voltou a falar hoje sobre os preços dos combustíveis após afirmar, na semana passada, que o País estava "na iminência de mais um reajuste”. “Vem reajuste de combustível? Vem. Queria que não viesse”, pontuou. Hoje, porém, ele disse que o aumento é uma “realidade” e, assim, “temos que enfrentar”.

Nesta segunda, a Petrobras confirmou a afirmação do presidente ao anunciar um reajuste de 9,2% no preço do óleo diesel e de 7% no da gasolina a partir desta terça.  O preço médio de venda da gasolina A da Petrobras, para as distribuidoras, passará de R$ 2,98 para R$ 3,19 por litro. Já para o diesel, o preço médio de venda da Petrobras, para as distribuidoras, passará de R$ 3,06 para R$ 3,34 por litro.

Bolsonaro voltou a defender a mudança da cobrança do ICMS sobre combustíveis e disse que o aumento dos preços não é culpa do governo federal. “Quanto mais aumenta o combustível, melhor para os governadores. E quem paga a conta é o governo federal”, declarou. Diante do aumento dos preços no País, Bolsonaro destacou que não é “o malvado”. “Não quero aumentar o preço de nada, mas não posso interferir no mercado.”

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Petrobras aumenta diesel em 9,2% e gasolina em 7% a partir de amanhã

Anúncio de novo ajuste para a gasolina vem 17 dias após o último aumento; diesel havia sido reajustado em 28 de setembro

Denise Luna - O Estado de S.Paulo

RIO - A Petrobras anunciou nesta segunda-feira, 25, um novo ajuste para a gasolina, 17 dias após o último aumento, e do diesel, que havia sido reajustado em 28 de setembro. A gasolina vai aumentar R$ 0,21 por litro, ou 7% em relação ao preço anterior, e o diesel, R$  0,28 por litro, alta de 9,2% em relação ao último aumento. O novo preço entra em vigor a partir de terça-feira, 26, nas refinarias da Petrobras.

O preço médio de venda da gasolina A da Petrobras, para as distribuidoras, passará de R$ 2,98 para R$ 3,19 por litro. Já para o diesel A, o preço médio de venda da Petrobras, para as distribuidoras, passará de R$ 3,06 para R$ 3,34 por litro. 

Petrobras anunciou novo ajuste para gasolina e diesel.  Foto: Vanderlei Almeida/AFP -13/3/2015

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O preço dos combustíveis, que vem subindo desde o ano passado, é uma preocupação cada vez maior dentro do governo. No domingo, o presidente Jair Bolsonaro reafirmou que não vai interferir na política de preços da Petrobras. Ele afirmou que é preciso pensar no que fazer com a estatal no futuro, pois a legislação deixa a companhia independente e cabe a ele apenas indicar o presidente. "Alguns querem que a gente interfira no preço e isso não deu certo no passado e não dá certo. Pelos números do preço do petróleo lá fora e do dólar aqui dentro, infelizmente deveremos ter mais reajuste (nos preços dos combustíveis)."

Nesta segunda-feira, em entrevista à rádio Caçula FM, de Mato Grosso do Sul, o presidente voltou a dizer que o aumento é uma “realidade” que “temos de enfrentar”. Apesar dos constantes aumentos do preço, Bolsonaro afirmou que a economia brasileira “está reagindo bem”. Ele afirmou que não é “o malvado”. “Não quero aumentar o preço de nada, mas não posso interferir no mercado.”

Para tentar amenizar a pressão, principalmente dos caminhoneiros, parte de sua base de apoio, Bolsonaro voltou a falar no domingo também sobre o auxílio que o governo dará aos caminhoneiros para amenizar o custo do óleo diesel, de R$ 400. "Sabemos que é pouco por mês, mas estamos fazendo dentro do limite da responsabilidade fiscal." Lideranças de caminhoneiros, porém, já disseram precisar de uma solução estrutural para o problema, e não de um auxílio temporário.

Preço nas alturas

Combustíveis acumulam aumentos seguidos desde o começo do ano

Fonte: Ineep, a partir dos dados da Petrobras / Infográfico: Estadão

Abastecimento

"A Petrobras reitera seu compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato para os preços internos, das volatilidades externas e da taxa de câmbio causadas por eventos conjunturais", informou a estatal em nota, ressaltando que o reajuste garante o abastecimento do País.

Segundo a Petrobras, o alinhamento de preços ao mercado internacional se mostra especialmente relevante no momento que vivenciamos, com a demanda atípica recebida pela Petrobras para o mês de novembro de 2021. Os ajustes refletem também parte da elevação nos patamares internacionais de preços de petróleo, impactados pela oferta limitada frente ao crescimento da demanda mundial, e da taxa de câmbio.

De acordo com opresidente da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), Sérgio Araújo, porém, apesar do aumento, ainda existe uma defasagem grande em relação aos preços do mercado internacional.

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Petrobras questiona governo federal sobre possibilidade de venda de ações

Decisão da petroleira também vem na esteira de falas recentes de Bolsonaro e do ministro da Economia, Paulo Guedes, de que o governo estuda meios de privatizar a companhia

Redação - O Estado de S.Paulo

Petrobras comunicou na noite desta segunda-feira, 25, que indagou o governo federal, seu acionista controlador, por meio do Ministério da Economia, sobre a existência ou não de estudos sobre possível venda de ações da companhia ou de qualquer outro fato relevante que deva ser divulgado ao mercado.

Mais cedo, O Globo e a CNN informaram que a Economia estuda a possibilidade de, por meio de um projeto de lei, abrir mão de ações ordinárias e ações preferenciais que a União tem da Petrobras. O volume de venda seria o necessário para que fizesse com que a União deixasse de ser a acionista majoritária da estatal. Mesmo sem a maioria das ações, o governo manteria a golden share, ou seja, a prerrogativa de indicar o presidente da estatal e vetar operações das quais discorde. 

Governo estaria considerando vender as ações ordinárias e preferenciais que possui na estatal. Foto: Ricardo Moraes/Reuters

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Em entrevista à rádio Caçula FM, do Mato Grosso do Sul, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que já chegou a colocar a equipe econômica para estudar o assunto, mas destacou as dificuldades em lidar com o tema: "Não é colocar na prateleira e quem dá mais leva embora.”

Na avaliação de Bolsonaro, privatizar a empresa não dá a garantia de que ela vai crescer. De acordo com o presidente, tirar o monopólio do combustível do Estado abre a possibilidade de os problemas com os combustíveis ficarem na mesma coisa “ou talvez pior”.

O tema também foi abordado em evento hoje pelo ministro da EconomiaPaulo Guedes, que defendeu a privatização da estatal, como uma forma de extrair mais rápido o petróleo e gás natural brasileiros.

"Se estamos com crise hídrica e tivemos escândalo de corrupção, são 30 a 40 anos de monopólio no setor elétrico e no setor de petróleo. E, se daqui a 10 ou 20 anos, o mundo inteiro migra para hidrogênio e energia nuclear, abandonando o combustível fóssil. A Petrobras vai valer zero daqui a 30 anos. E deixamos o petróleo lá embaixo com uma placa de monopólio estatal em cima", ironizou o ministro.

Ele destacou que as ações da Petrobras subiram 6% após Bolsonaro dizer que iria estudar meios para privatizar a empresa. "Em mais duas ou três semanas, são R$ 15 bilhões criados. Isso não existia, não é tirar do povo", completou.

As falas vêm na esteira de um novo aumento nos preços dos combustíveis. Hoje, a Petrobrás anunciou um reajuste de 9,2% no preço do óleo diesel e de 7% no da gasolina a partir desta terça. O preço médio de venda da gasolina A da Petrobras, para as distribuidoras, passará de R$ 2,98 para R$ 3,19 por litro. Já para o diesel, o preço médio de venda da Petrobras, para as distribuidoras, passará de R$ 3,06 para R$ 3,34 por litro. /LUÍSA LAVAL, EDUARDO RODRIGUES, EDUARDO GAYER, SOFIA AGUIAR E MATHEUS DE SOUZA

 

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Segundo o ministro, é preciso tirar o petróleo o mais rápido possível para transformar a riqueza em educação, investimentos e tecnologia para a população

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BRASÍLIA - O ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a sinalizar, nesta segunda-feira, 25, apoio à privatização da Petrobras, como uma forma de extrair mais rápido o petróleo e gás natural brasileiros. Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro também sinalizou que a possibilidade já esteve no radar do governo.

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Petrobras aumenta diesel em 9,2% e gasolina em 7% a partir de amanhã

Anúncio de novo ajuste para a gasolina vem 17 dias após o último aumento; diesel havia sido reajustado em 28 de setembro

Denise Luna - O Estado de S.Paulo

RIO - A Petrobras anunciou nesta segunda-feira, 25, um novo ajuste para a gasolina, 17 dias após o último aumento, e do diesel, que havia sido reajustado em 28 de setembro. A gasolina vai aumentar R$ 0,21 por litro, ou 7% em relação ao preço anterior, e o diesel, R$  0,28 por litro, alta de 9,2% em relação ao último aumento. O novo preço entra em vigor a partir de terça-feira, 26, nas refinarias da Petrobras.

O preço médio de venda da gasolina A da Petrobras, para as distribuidoras, passará de R$ 2,98 para R$ 3,19 por litro. Já para o diesel A, o preço médio de venda da Petrobras, para as distribuidoras, passará de R$ 3,06 para R$ 3,34 por litro. 

Petrobras anunciou novo ajuste para gasolina e diesel.  Foto: Vanderlei Almeida/AFP -13/3/2015

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O preço dos combustíveis, que vem subindo desde o ano passado, é uma preocupação cada vez maior dentro do governo. No domingo, o presidente Jair Bolsonaro reafirmou que não vai interferir na política de preços da Petrobras. Ele afirmou que é preciso pensar no que fazer com a estatal no futuro, pois a legislação deixa a companhia independente e cabe a ele apenas indicar o presidente. "Alguns querem que a gente interfira no preço e isso não deu certo no passado e não dá certo. Pelos números do preço do petróleo lá fora e do dólar aqui dentro, infelizmente deveremos ter mais reajuste (nos preços dos combustíveis)."

Nesta segunda-feira, em entrevista à rádio Caçula FM, de Mato Grosso do Sul, o presidente voltou a dizer que o aumento é uma “realidade” que “temos de enfrentar”. Apesar dos constantes aumentos do preço, Bolsonaro afirmou que a economia brasileira “está reagindo bem”. Ele afirmou que não é “o malvado”. “Não quero aumentar o preço de nada, mas não posso interferir no mercado.”

Para tentar amenizar a pressão, principalmente dos caminhoneiros, parte de sua base de apoio, Bolsonaro voltou a falar no domingo também sobre o auxílio que o governo dará aos caminhoneiros para amenizar o custo do óleo diesel, de R$ 400. "Sabemos que é pouco por mês, mas estamos fazendo dentro do limite da responsabilidade fiscal." Lideranças de caminhoneiros, porém, já disseram precisar de uma solução estrutural para o problema, e não de um auxílio temporário.

Preço nas alturas

Combustíveis acumulam aumentos seguidos desde o começo do ano

Fonte: Ineep, a partir dos dados da Petrobras / Infográfico: Estadão

Abastecimento

"A Petrobras reitera seu compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato para os preços internos, das volatilidades externas e da taxa de câmbio causadas por eventos conjunturais", informou a estatal em nota, ressaltando que o reajuste garante o abastecimento do País.

Segundo a Petrobras, o alinhamento de preços ao mercado internacional se mostra especialmente relevante no momento que vivenciamos, com a demanda atípica recebida pela Petrobras para o mês de novembro de 2021. Os ajustes refletem também parte da elevação nos patamares internacionais de preços de petróleo, impactados pela oferta limitada frente ao crescimento da demanda mundial, e da taxa de câmbio.

De acordo com opresidente da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), Sérgio Araújo, porém, apesar do aumento, ainda existe uma defasagem grande em relação aos preços do mercado internacional.

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Petrobras questiona governo federal sobre possibilidade de venda de ações

Decisão da petroleira também vem na esteira de falas recentes de Bolsonaro e do ministro da Economia, Paulo Guedes, de que o governo estuda meios de privatizar a companhia

Redação - O Estado de S.Paulo

Petrobras comunicou na noite desta segunda-feira, 25, que indagou o governo federal, seu acionista controlador, por meio do Ministério da Economia, sobre a existência ou não de estudos sobre possível venda de ações da companhia ou de qualquer outro fato relevante que deva ser divulgado ao mercado.

Mais cedo, O Globo e a CNN informaram que a Economia estuda a possibilidade de, por meio de um projeto de lei, abrir mão de ações ordinárias e ações preferenciais que a União tem da Petrobras. O volume de venda seria o necessário para que fizesse com que a União deixasse de ser a acionista majoritária da estatal. Mesmo sem a maioria das ações, o governo manteria a golden share, ou seja, a prerrogativa de indicar o presidente da estatal e vetar operações das quais discorde. 

Governo estaria considerando vender as ações ordinárias e preferenciais que possui na estatal. Foto: Ricardo Moraes/Reuters

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Na avaliação de Bolsonaro, privatizar a empresa não dá a garantia de que ela vai crescer. De acordo com o presidente, tirar o monopólio do combustível do Estado abre a possibilidade de os problemas com os combustíveis ficarem na mesma coisa “ou talvez pior”.

O tema também foi abordado em evento hoje pelo ministro da EconomiaPaulo Guedes, que defendeu a privatização da estatal, como uma forma de extrair mais rápido o petróleo e gás natural brasileiros.

"Se estamos com crise hídrica e tivemos escândalo de corrupção, são 30 a 40 anos de monopólio no setor elétrico e no setor de petróleo. E, se daqui a 10 ou 20 anos, o mundo inteiro migra para hidrogênio e energia nuclear, abandonando o combustível fóssil. A Petrobras vai valer zero daqui a 30 anos. E deixamos o petróleo lá embaixo com uma placa de monopólio estatal em cima", ironizou o ministro.

Ele destacou que as ações da Petrobras subiram 6% após Bolsonaro dizer que iria estudar meios para privatizar a empresa. "Em mais duas ou três semanas, são R$ 15 bilhões criados. Isso não existia, não é tirar do povo", completou.

As falas vêm na esteira de um novo aumento nos preços dos combustíveis. Hoje, a Petrobrás anunciou um reajuste de 9,2% no preço do óleo diesel e de 7% no da gasolina a partir desta terça. O preço médio de venda da gasolina A da Petrobras, para as distribuidoras, passará de R$ 2,98 para R$ 3,19 por litro. Já para o diesel, o preço médio de venda da Petrobras, para as distribuidoras, passará de R$ 3,06 para R$ 3,34 por litro. /LUÍSA LAVAL, EDUARDO RODRIGUES, EDUARDO GAYER, SOFIA AGUIAR E MATHEUS DE SOUZA

 

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