<MC>Queda nas vendas de veículos levou uma das primeiras revendas da Citroën a fechar as portas. Foto: Hélvio Romero/Estadão
<MC>Queda nas vendas de veículos levou uma das primeiras revendas da Citroën a fechar as portas. Foto: Hélvio Romero/Estadão

Há dois anos esperando comprador

Faz dois anos que o imóvel localizado na altura do número 3.000 da Avenida Rebouças, um dos principais corredores comerciais de São Paulo, está à espera de um comprador. O preço pedido pelo grupo SHC, do empresário Sergio Habib, dono do imóvel, é R$ 25 milhões. Na área de 3 mil metros quadrados funcionava uma revenda de carros da Citroën, uma das primeiras da marca no País.

Márcia De Chiara, O Estado de S. Paulo

16 Maio 2015 | 18h56


Com a queda nas vendas de veículos no mercado brasileiro, que só de carros e comerciais leves encolheu 3% entre 2012 e 2013, a loja ficou inviável. A empresa tentou manter presença na avenida com uma loja menor, localizada no número 2.700. Mas essa tentativa também não deu certo. Só neste ano, 250 revendas fecharam no País, segundo a Fenabrave. 


No caso da revenda da Citroën, além da fraqueza do mercado, houve um agravante. Pela lei do zoneamento, os estabelecimentos da Avenida Rebouças só podem funcionar como showroom e não é permitido emitir nota fiscal de venda. “Nessas condições, a operação não valia mais a pena pois os custos ficaram elevados”, disse o diretor de expansão do grupo, Eduardo Cambraia. Ele contou que há interessados no imóvel, mas admitiu que o mercado imobiliário não está fácil. 

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