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Há espaço para revisarmos meta de inflação, diz Kiuchi

O membro do conselho de política monetária do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) Takahide Kiuchi afirmou nesta terça-feira que há espaço para que a autoridade monetária japonesa revise a sua meta de inflação de 2% no futuro, dependendo de como o crescimento econômico e as expectativas de inflação no longo prazo vão evoluir.

AE, Agencia Estado

27 de novembro de 2013 | 00h37

Kiuchi repetiu seu argumento de que não fácil nem apropriado para o Japão tentar atingir a meta de estabilidade de preços de 2% a partir de um índice inferior a 1% "em um período de tempo tão curto quando dois anos".

"O recente aumento dos preços é parcialmente atribuído a alguma força da demanda, mas até agora tem sido atribuído em grande parte a outros fatores como o aumento dos preços de energia e aos efeitos das mudanças nas taxas de câmbio", avaliou o membro do BoJ.

"A fim de conseguir alcançar aumentos de preços sustentáveis em conjunto com melhorias da economia, um aumento dos salários é considerado o caminho", afirmou.

Além disso, Kiuchi afirmou que se a flexibilização agressiva do BOJ é prolongada ou intensificada, os efeitos colaterais excederiam os efeitos positivos.

Em janeiro, Kiuchi e Takehiro Sato, que eram economistas do setor privado antes de ingressar no BoJ, votaram contra o estabelecimento da meta da inflação em 2%. Fonte: Market News International.

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