Há também quem prefira não buscar emprego

Quarenta e quatro por cento dos homens americanos entrevistados em uma pesquisa sobre o mercado de trabalho disseram que poderiam encontrar um emprego em sua área de atuação, mas preferem não fazê-lo. É o caso de José Flores, de 45 anos, que vive em St. Paul, em Minnesota. Ele disse que, depois de perder um emprego de tradutor no Departamento de Saúde Pública da Universidade de Minnesota, em 2011, fez acordo com o dono de seu apartamento para reduzir o aluguel de US$ 580 para US$ 200 por mês. Em troca, faz pequenos serviços no edifício.

O Estado de S.Paulo

15 Dezembro 2014 | 02h03

Ele tem um celular que custa US$ 34 mensais, um carro velho que procura não guiar. Quando precisa muito de roupas, vai a um brechó. Ele aceita trabalhos ocasionais de tradução, mas não procura um emprego regular desde agosto. "Se, por alguma razão, não puder mais morar no meu apartamento, então isso será um sinal para eu despertar e saber que preciso de um emprego em tempo integral", disse. "Por enquanto, prefiro essa situação. Se começar a trabalhar, meu aluguel vai aumentar."

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