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Heinz anuncia corte de 1.350 funcionários

Nova gestão da gigante dos alimentos decidiu fechar três fábricas nos Estados Unidos e no Canadá

O Estado de S.Paulo

16 de novembro de 2013 | 02h07

A Heinz, sob administração dos novos sócios - o bilionário Warren Buffett e os magnatas brasileiros Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, do fundo 3G -, começou a fazer cortes profundos para melhorar a gestão da companhia. A s mudanças afetarão a operação da empresa na América do Norte.

A Heinz - empresa de alimentos fabricante do famoso ketchup, comprada pelos novos sócios em fevereiro deste ano, pela soma de US$ 28 bilhões - vai fechar três unidades produtivas, o que resultará no corte de 1.350 empregos.

De acordo com a empresa, a ideia é ganhar eficiência operacional. As fábricas que serão descontinuadas ficam nos estados americanos de Idaho e Carolina do Sul, nos Estados Unidos, e a terceira unidade fica no Canadá. A produção das três plantas será absorvida por outras unidades industriais já instaladas nos dos países.

Com a mudança, a Heinz passará a ter 6,8 mil funcionários em tempo integral na América do Norte. Os 1.350 postos de trabalhos eliminados incluem o fechamento das três fábricas e também o anúncio de redução horizontal do número de funcionários na região, que eliminou 600 empregos em agosto.

A gestão da Heinz, uma centenária empresa familiar, está ganhando um estilo mais agressivo sob a gestão do 3G. Os três empreendedores que fundaram a Ambev - e, mais tarde, a gigante mundial AB Inbev - estão usando seus principais talentos para garantir que a aposta bilionária no potencial da Heinz vire realidade.

O time de executivos da companhia é formado por rostos conhecidos do 3G. Um dos responsáveis por negociar a compra da Heinz pelo 3G, Alexandre Behring, comandou a ALL entre 1998 e 2004. O atual presidente da Heinz, Bernardo Hess, foi presidente de outra grande aquisição do grupo, a operação mundial do Burger King. Já Paulo Basílio, que presidiu a ALL até maio de 2012, é hoje diretor financeiro da Heinz. / AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

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