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Hoje é último dia para saques do corralón

Hoje é o último dia para os argentinos que ainda têm dinheiro aplicado em prazo fixo, congelado e reprogramado pelo governo, saquem seus depósitos. O ministro de Economia, Roberto Lavagna, já avisou que não haverá prorrogação do prazo nesta terceira oportunidade de saque, mediante as condições impostas pelo governo. Segundo os relatórios dos bancos, esta foi a abertura que teve maiores adesões, com 45% dos aplicadores que optaram por liberar seus depósitos, enquanto que as duas propostas anteriores, contaram somente com 25% de aceitação. Pela atual abertura, o depositante recebe o título público Boden 13, pelo qual, por cada dólar que tinha sido depositado, receberá cerca de dois pesos. Com a queda do dólar, os depositantes conseguiram recuperar de 80 a 85% do valor original de seus depósitos, já que o preço que lhes pagaram se aproximou muito mais ao valor do dólar livre. Além disso, as altas taxas de juros que os bancos ofereciam até há duas semanas, fizeram que 95% dos poupadores deixasse o dinheiro no banco em novas aplicações.Quando a terceira abertura do corralón teve início, em 8 de abril, os bancos possuiam 16.476 bilhões de pesos depositados. Hoje, este número baixou para 9.139 bilhões, mas uma pesquisa feita pelos bancos revelou que 52% dos depósitos de até 42 mil foram liberados; 39% dos depósitos entre 42 mil e 100 mil foram convertidos em aplicações de prazo fixo a 90 dias; 34% dos depósitos acima de 100 mil passaram aos prazos fixos a 120 dias. Conforme a pesquisa, ainda restam no corralón, 30% de depósitos de 42 mil; 24% de depósitos até 100 mil e 46% acima de 100 mil.

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