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Hubner reforça que crise no gás foi 'um probleminha'

Segundo o ministro de Minas e Energia, 'o que faltou foi negociação entre a Petrobras e distribuidoras'

Leonardo Goy, da Agência Estado,

20 de novembro de 2007 | 13h59

O ministro interino de Minas e Energia, Nelson Hubner, ratificou recentes declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que a crise no abastecimento de gás no País, ocorrida há algumas semanas, "é apenas um probleminha".  Hubner reforçou o discurso que vem sendo adotado pelo governo de que o gás que deixou de ser entregue às distribuidoras do Rio de Janeiro e de São Paulo já era um combustível adicional aos contratos que as empresas têm com a Petrobras. "O que faltou foi uma negociação mais ampla da Petrobras com as distribuidoras", disse.  A Petrobras cortou o fornecimento desse volume adicional de gás para poder abastecer as usinas termelétricas que tiveram que ser acionadas naquela ocasião, para preservar o nível dos reservatórios das hidrelétricas. Com a volta das chuvas a tendência é de que não seja mais necessário esse fornecimento às térmicas.  O ministro voltou a defender o estabelecimento de contratos flexíveis entre a Petrobras e as distribuidoras com previsão do desvio do gás adicional para as termelétricas quando forem acionadas.  "A situação estaria fora do normal se as termelétricas não pudessem ter sido ligadas por falta de gás", afirmou Hubner, que participa de debate na Comissão de Serviços de Infra-Estrutura sobre os termos do acordo entre Brasil e Bolívia, sobre produção e fornecimento de gás. Hubner, porém, admitiu que atualmente não há gás suficiente para atender a um crescimento da demanda.

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