Iata defende parcela mínima da Infraero nos aeroportos

O diretor da Iata no Brasil, Carlos Ebner, sugeriu que a participação da Infraero na operação de aeroportos a serem concedidos seja mínima. Segundo ele, o modelo que permite a atuação da estatal no comando dos aeroportos é "ultrapassado" e não permite a realização de investimentos de forma rápida, como o setor necessita.

O Estado de S.Paulo

22 de agosto de 2012 | 03h09

"Esse modelo é ultrapassado, tem que colocar na mão da iniciativa privada, que é mais dinâmica. O modelo da Infraero não dá mais certo, a Infraero não consegue fazer investimento de forma rápida", afirmou, citando como exemplo as limitações estabelecidas pela lei das licitações.

A Iata aprovou o modelo de concessão dos aeroportos de Guarulhos, Campinas e Brasília - que passaram para as mãos da iniciativa privada em fevereiro -, a não ser pela elevada participação da Infraero na composição das empresas. / ANNE WARTH

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