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Iata reduz previsão de lucro para US$ 18,7 bi em 2014

A Associação Internacional do Transporte Aéreo (Iata) revisou a previsão de lucro para a indústria de aviação mundial para US$ 18,7 bilhões em 2014, de uma expectativa anterior de US$ 19,7 bilhões. Apesar da revisão para baixo, o setor terá seu segundo ano consecutivo de melhora nos ganhos caso a previsão seja concretizada.

Agencia Estado

12 de março de 2014 | 13h57

"Em geral, as perspectivas são positivas e um pequeno aumento econômica cíclico está impulsionando a demanda de passageiros enquanto a carga está tendo melhor desempenho do que pensávamos apenas alguns meses atrás", disse Tony Tyler, executivo-chefe da Iata.

A organização prevê que as companhias aéreas reterão US$ 5,65 de lucro líquido para cada passageiro em 2014, em comparação com US$ 4,13 em 2013 e US$ 2,05 em 2012. Aumento dos preços do petróleo - que deve ficar em média em US$ 108 por barril, US$ 3,50 mais do que a estimativa anterior - adicionará US$ 3 bilhões para a conta de combustível da indústria. O combustível é o maior custo para as companhias aéreas, cerca de 30% em média, chegando a até 50% para alguns.

Tyler disse que atingir ganhos foi uma conquista em si mesmo para a indústria, mas que a previsão de margem de lucro de 2,5% ainda era extremamente baixa. Ele comparou o ambiente de reestruturação na Europa com o mercado norte-americano, onde ele disse que a consolidação e joint ventures levaram a "eficiência através de companhias aéreas, opções para clientes e um investimento maior em novos produtos e serviços".

Há ainda um grande número de companhias europeias que competem por participação de mercado, com muitos ainda em reestruturação e outros no recebimento de auxílios estatais.

A Iata elevou sua previsão de lucro para as companhias aéreas norte-americanas em US$ 300 milhões para US$ 8,6 bilhões, mas revisou sua previsão de lucro para a Europa para baixo em US$ 100 milhões para US$ 3,1 bilhões.

Além da incerteza geopolítica causada pelo impasse entre a Ucrânia, Tayler citou protecionismo e falta de alinhamento internacional de diretos dos passageiros como riscos contínuos para a indústria. Fonte: Dow Jones Newswires.

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