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Ibama pede 'linguagem simples' sobre usina Belo Monte

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) solicitou à Eletrobrás que faça "adequações" ao Relatório de Impacto Ambiental (Rima) da usina hidrelétrica de Belo Monte, que ainda será leiloada pelo governo. O instituto afirma que essas exigências "não trarão prejuízo ao prazo final de análise" do pedido de licença.

GERUSA MARQUES, Agencia Estado

07 de maio de 2009 | 19h09

Segundo nota à imprensa distribuída pelo Ibama, a Eletrobrás terá de simplificar a linguagem usada no relatório para favorecer a compreensão e a participação da população nas audiências públicas no processo de licenciamento da usina. O instituto diz ainda que as mudanças já estão sendo adotadas pela Eletrobrás.

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, que foi responsável pelo estudo de viabilidade técnica e econômica da usina, disse que é comum ocorrer pedidos adicionais nos processos de licenciamento ambiental. Ele acrescentou ainda ter tido informações do Ibama e do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, de que o licenciamento sairá a tempo de a usina entrar no leilão, previsto para outubro deste ano. Tolmasquim deu as declarações depois de participar hoje de audiência pública na Câmara dos Deputados.

Belo Monte será construída no Rio Xingu, no Pará, e terá potência de 11.180 megawatts (MW). Ainda segundo o Ibama, o relatório deve ser apresentado de forma objetiva e as informações devem ser traduzidas em linguagem acessível. Essas informações devem vir ilustradas por mapas, cartas, quadros, gráficos e outras técnicas de comunicação visual, "de modo que se possam entender as vantagens e desvantagens do projeto, bem como todas as consequências ambientais de sua implementação".

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