Ibovespa: os piores desempenhos do ano

As ações preferenciais (PN, sem direito a voto) da Inepar Indústria e Construções tiveram o pior desempenho do ano entre as 57 que compõem a carteira teórica do Ibovespa. A pesquisa foi feita pela Agência Estado, com base nos dados da Economática, e considerou os preços de fechamento até o pregão de anteontem (27). Até então, os papéis da empresa haviam recuado 64,8%. A Agência Estado procurou a companhia, mas nenhum executivo pôde comentar o resultado. A segunda pior colocação ficou com as ações preferenciais da Embratel Participações: baixa de 36,4%. "Em todo o mundo, as perspectivas dos investidores quanto à telefonia de longa distância não foram positivas este ano", afirmou a gerente de Relações com Investidores da companhia, Silvia Pereira. Para ela, a Embratel sofreu com a influência negativa do cenário internacional.O terceiro destaque negativo ficou por conta da Globocabo, com desvalorização anual de 35,8%. Os papéis da empresa ficaram entre os mais afetados pelas fortes quedas da Nasdaq, a bolsa norte-americana que reúne ações de empresas de alta tecnologia e informática, em meados do ano. Os executivos preferiram não comentar o comportamento das ações. Entre as dez maiores quedas, estiveram ainda, em ordem crescente, Telesp Celular Participações PN (34,7%), Telesp operadora PN (34,5%), Aracruz PNB (33,1%), Brasil Telecom Participações PN (31,1%), VCP PN (30,6%), Celesc PNB (30,2%) e Banco do Brasil PN (27,8%).

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