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Ibovespa sobe por alívio europeu, mas perde força por EUA

A Bovespa encerrou esta terça-feira em leve alta, influenciada pelo alívio gerado com o bom resultado de um leilão de títulos da Espanha, mas perdendo força no fim do dia com o comunicado do Federal Reserve (Fed) sobre a economia dos Estados Unidos.

REUTERS

13 de dezembro de 2011 | 18h39

O Ibovespa teve alta de 0,26 por cento, a 57.494 pontos, após ter chegado a subir 1,41 por cento na máxima do dia. O giro financeiro foi de 5,91 bilhões de reais.

Os custos de financiamento de curto prazo da Espanha tiveram forte queda num leilão nesta manhã ante um mês atrás.

"O leilão na Espanha foi visto como positivo e trouxe otimismo ao mercado, com as commodities subindo e influenciando na Bovespa", explicou o estrategista-chefe do Banco WestLB, Luciano Rostagno.

A valorização das commodities influenciou as principais ações brasileiras, como a preferencial da Petrobras, que chegou a subir 1,69 por cento durante o pregão, mas anulou os ganhos no fim do dia com o comunicado do Fed, e fechou estável a 22,42 reais.

O banco central norte-americano manteve a atual política monetária do país e afirmou que a turbulência no mercado financeiro representa ameaças ao crescimento econômico, o que deixa aberta a possibilidade de mais estímulos no ano que vem.

Apesar da alta desta terça, Rostagno lembrou que o cenário externo continua incerto e que as notícias sobre a crise da dívida na zona do euro continuarão ditando o rumo dos negócios.

Entre as demais blue chips, a preferencial da Vale teve leve alta de 0,03 por cento, a 38,56 reais, enquanto OGX recuou 1,25 por cento, a 14,22 reais.

Em entrevista à Reuters, o empresário Eike Batista, controlador da empresa, afirmou que o início da produção de petróleo da petroleira poderá ser novamente adiado.

Já a maior alta foi registrada pela ação da JBS, com ganhos de 3,09 por cento, seguida pela Brookfield, com alta de 2,98 por cento.

Na outra ponta, Vanguarda Agro (ex-Ecodiesel) teve a maior queda, de 4,26 por cento, seguida por BR Malls, com recuo de 2,49 por cento.

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