Paulo Whitaker/Reuters
Paulo Whitaker/Reuters

Ibovespa tem leve alta e se mantém acima 104 mil pontos

Relatório Focus, suspensão da tabela do frete e crescimento dos bancos estão entre os destaques no mercado nesta segunda-feira

O Estado de S.Paulo

22 de julho de 2019 | 14h25

Puxado pela recuperação do setor bancário, o Ibovespa se manteve acima dos 104  mil pontos na manhã desta segunda. Às 12h53, o principal índice da Bolsa de São Paulo registrava alta de 0,59%, chegando aos 104.060,74 pontos. O dólar era cotado a R$ 3,7351 no mesmo horário, com queda de 0,29%. 

Os investidores aguardam o anúncio de medidas estímulos para a economia, incluindo a liberação de recursos de contas ativas e inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a ser oficializado pelo governo na quarta-feira, antes da provável redução da Selic no fim do mês.

Focus 

O Banco Central divulgou na manhã desta segunda as expectativas de analistas do mercado para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. Os economistas interromperam uma sequência de 20 semanas de queda e aumentaram a projeção, de 0,81% para 0,82%. 

A polêmica da tabela do frete 

Após pressão de caminhoneiros, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, suspendeu a tabela do frete. Oficialmente, ele pediu à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) que delibere sobre sua decisão. O novo tabelamento revoltou os caminhoneiros, que ameçaram fazer novas paralisações. 

Bancos em alta na Bolsa

As ações de bancos têm alta em meio à expectativa com o início da temporada de balanços, com destaque para os números de Santander e Bradesco nesta semana. 

No começo da tarde, Bradesco ON registrava valorização de 1,85% e PN, de 1,97%. Itaú Unibanco PNA avançava 1,98% e Santander Unit, 1,84%.

Juros do Fed 

Em uma série de tuítes, o presidente dos Estados UnidosDonald Trump, voltou a pedir por reduções nas taxas de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano), que se reúne na próxima semana para decidir o rumo da política monetária no país./ Luciana Xavier, Niviane Magalhães, Fabrício de Castro e Victor Rezende

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