Ibovespa testa os 53 mil pontos

Índice passa maior parte do pregão em alta, mas perde fôlego no final influenciado por queda em Nova York

Claudia Violante, Silvana Rocha e Denise Abarca, O Estadao de S.Paulo

28 de maio de 2009 | 00h00

A Bovespa se comportou, ontem, como um maratonista que perde o pódio a metros da chegada: depois de operar em alta durante quase 90% do tempo, virou na hora final acompanhando a piora em Nova York e fechou com ligeira baixa de 0,09%, aos 51.791,61 pontos. Com isso, foram frustradas as apostas de que finalmente a barreira dos 52 mil pontos seria rompida no fechamento. Durante a sessão, o índice superou os 53 mil pontos, mas não teve fôlego para se manter neste patamar. Em Wall Street, o Dow Jones cedeu 2,05% e o Nasdaq, 1,11%. No mercado de câmbio, o dólar à vista furou momentaneamente os R$ 2,00 na abertura, quando caiu a R$ 1,998 (-0,99%), mas recuperou-se e fechou acima desse piso psicológico, em baixa de 0,15%, a R$ 2,015 no balcão. No mercado futuro, os investidores adotaram a cautela e os vencimentos de dólar mais negociados encerraram com fortes altas, reagindo a declarações do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, a respeito de eventual fixação de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre capital externo. Os juros subiram, ontem, alinhados à escalada das taxas dos títulos do Tesouro dos EUA. O juro de janeiro de 2010 avançou a 9,27%.

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