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IBS volta a criticar o projeto Ceará Steel

O vice-presidente executivo do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), Marco Polo de Mello Lopes, voltou a criticar o projeto Ceará Steel, complexo siderúrgico de US$ 830 milhões e que prevê produção de 1,5 milhão de toneladas de placas de aço ao ano. O instituto alega que o empreendimento tem uso potencial de gás subsidiado, e deu ontem uma entrevista para detalhar as medidas judiciais que tomou contra o empreendimento. Hoje, Lopes criticou duramente a nota oficial anunciada na tarde de ontem pelos representantes da Ceará Steel, que reclama da atitude do IBS, contrária ao empreendimento.Para o executivo, o comunicado dos representantes da Ceará Steel é "uma nota destemperada, desprovida de qualquer tipo de sentido". Ele criticou o fato de a nota não ser assinada por nenhum executivo do empreendimento. Ele rebateu ainda as acusações dos representantes do empreendimento de que a intenção do instituto é de "se livrar de um novo concorrente" no mercado. "Se livrar como? O projeto da Ceará Steel é voltado para exportação e o mercado externo é um mercado livre", afirmou.O executivo criticou ainda as afirmações, contidas no comunicado, de que o instituto não teria legitimidade para questionar contratos firmados entre empresas e o governo do Estado do Ceará - como é o caso do empreendimento. "Essa nota mostra um desconhecimento e mostra falta de respeito com a indústria siderúrgica", disse, acrescentando que o instituto existe há 44 anos.

ALESSANDRA SARAIVA, Agencia Estado

09 de agosto de 2007 | 17h00

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