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Idec: consumidor pode ajudar meio-ambiente

De acordo com um levantamento nacional do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) sobre coleta seletiva, entre dez cidades pesquisadas apenas uma, Curitiba, conta com um programa municipal de coleta de resíduos tóxicos. As demais cidades que participaram do estudo foram São Paulo, Rio de Janeiro, Tubarão, Porto Velho, Natal, Porto Alegre, Brasília, Fortaleza e Belo Horizonte.Reduzir o consumo de materiais tóxicos e tomar cuidados para evitar acidentes, além de pressionar o poder público e os fabricantes, são os cuidados que devem ser tomados pelos cidadãos para diminuir o problema do lixo tóxico. Para o Idec, o consumidor pode adotar essas medidas para melhorar a qualidade de vida em sua cidade.Confira como agir:- Não jogue baterias de celular no lixo comum. Entre em contato com os fabricantes pelo Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) ou pelos sites das empresas, ou leve pessoalmente o material aos postos de coleta. Desde o fim de 1999, uma resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) obriga as empresas a recolher e a reciclar as baterias.- O consumo de lâmpadas de mercúrio no Brasil aumentou consideravelmente depois do racionamento de energia elétrica. Se você utiliza esse tipo de lâmpada, tome o máximo de cuidado para não quebrá-las. Quando partidas, elas liberam uma substância altamente tóxica: o vapor de mercúrio. Utilize, portanto, as caixas de papelão da embalagem nova ou usada, a fim de proteger as lâmpadas na hora do descarte e reduzir o risco de o objeto quebrar.- Evite o consumo excessivo de pilhas. Não há lei que responsabilize os fabricantes pela destino do produto usado. A única solução é, ainda, jogá-las no lixo.

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