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IGP-DI sobe 0,25% em setembro com atacado e construção

A inflação pelo Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) acelerou em setembro, devido a maiores custos no atacado e no setor de construção. A taxa ficou ligeiramente abaixo da previsão mediana do mercado.

REUTERS

06 de outubro de 2009 | 08h42

O indicador subiu 0,25 por cento em setembro, ante alta de 0,09 por cento em agosto, informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta terça-feira.

Dezessete analistas consultados pela Reuters previam alta de 0,28 por cento, segundo a mediana. Os prognósticos oscilaram de 0,15 a 0,49 por cento.

Entre os componentes do IGP-DI, o Índice de Preços por Atacado (IPA) teve alta de 0,29 por cento em setembro, seguindo a elevação de 0,07 por cento no mês anterior.

O IPA agrícola fechou o mês com queda de 0,76 por cento, ante variação positiva anterior de 0,01 por cento, mas o IPA industrial avançou em ritmo maior, de 0,63 por cento, ante alta de 0,10 por cento em agosto.

As principais altas individuais de preços no atacado foram de açúcar cristal, cana-de-açúcar, óleo combustível, batata-inglesa e açúcar refinado.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,18 por cento em setembro, contra avanço de 0,20 por cento em agosto.

Os custos do grupo Alimentação contribuíram para a ligeira desaceleração, caindo 0,11 por cento no mês passado após subirem 0,40 por cento no anterior. Já os de Vestuário reverteram parte do recuo de 0,98 por cento de agosto, avançando 0,42 por cento em setembro.

As maiores elevações de preços individuais no varejo foram de limão, gás de bujão, batata-inglesa, mamão papaia e açúcar refinado.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) teve aumento de 0,15 por cento no mês passado, contra baixa de 0,05 por cento no anterior.

A pressão veio da reversão da queda do componente Materiais, equipamentos e serviços, de 0,24 por cento em agosto para alta de 0,17 por cento em setembro.

No ano, o IGP-DI acumula baixa de 1,35 por cento e nos últimos 12 meses até setembro tem queda de 0,65 por cento.

(Reportagem de Vanessa Stelzer)

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