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IGP-M de dezembro pode sofrer pressão de combustíveis

Entre os fatores de pressão sobre a inflação de dezembro, em especial a medida pelo Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), estarão os preços dos combustíveis, prevê o professor de economia e coordenador de Análises Econômicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Salomão Quadros. De acordo com ele, o preço do álcool hidratado, vendido nos postos de combustíveis, subiu 3,51% na média dos últimos 30 dias no atacado, segundo a pesquisa de preços feito pela fundação para o IGP-M de novembro. "Como trata-se de uma média, acredito que muito dos aumentos do álcool ainda não foi capturado. Acho que este aumento de 3,51% é apenas o começo", diz Quadros.Este aumento do combustível vai pressionar os preços ao consumidor, que em novembro já subiram 1,28%, ante uma queda de 0,68% em outubro. "Já virou o sinal e vai começar a acelerar a alta", prevê o economista. E isso deverá acontecer mesmo com os estoques elevados de álcool por conta da última safra, que foi muito boa, prevê Quadros.

FRANCISCO CARLOS DE ASSIS, Agencia Estado

29 de novembro de 2007 | 15h50

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