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IGP-M de maio fecha em 0,83%

O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) de maio fechou em 0,83%, 0,27 ponto percentual acima do indicador de abril, que atingira 0,56%. Os dados foram divulgados há pouco pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O avanço da inflação em maio decorreu, basicamente, do reajuste salarial dos trabalhadores na construção civil, do impacto do dólar norte-americano nas commodities agrícolas e industriais, além da continuidade do efeito do aumento dos combustíveis, ainda que em menor intensidade comparado a abril. A taxa de maio ficou acima da previsão inicial de 0,70%, feita pelo economista do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), Paulo Sidney Melo Cota, responsável pela pesquisa de preços da FGV. Em maio o Índice de Preços por Atacado (IPA) fechou em 0,81%, enquanto o Indice de Preços ao Consumidor (IPC) ficou em 0,30% e o Índice Nacional de Custos da Construção (INCC), em 2,47%. "Já se começa a sentir alguns efeitos do câmbio nas commodities", disse Melo Cota. "No atacado, por exemplo, o preço da soja avançou 9,52% e do trigo 6,82%", observou. No índice geral o grupo de combustíveis e lubrificantes gerou impacto de 0,33 ponto percentual, abaixo contudo, da contribuição da 0,49 percentual na inflação de abril. O impacto do aumento dos combustíveis e do setor de construção civil somou 0,58 ponto percentual, ou o equivalente a 70% do IGP-M de maio. No ano o acumulado do IGP-M está em 1,91% e nos 12 meses encerrados em maio a taxa chega a 8,88%.

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