IGP-M fica em 0,28% na segunda prévia do mês

A inflação medida pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), na segunda prévia de janeiro, avançou para 0,28% - ante 0,63% em igual período no mês anterior, e 0,20% na primeira prévia do mês -, segundo informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O resultado ficou abaixo das previsões - entre 0,30% e 0,50%. O IGP-M acumula elevação de 14,08% em 12 meses. A FGV anunciou ainda as taxas de variação dos três indicadores que compõem o IGP-M. O Índice de Preços por Atacado (IPA) ficou em 0,67%, ante 0,09% apurada na segunda prévia em dezembro. No atacado, a fundação informa que os preços dos produtos agrícolas caíram 0,23% ante alta de 0,93% registrada em dezembro; e os preços dos produtos industriais subiram 0,21% em relação aos 0,58% verificado no mês passado. Já no âmbito do IPA segundo estágios de processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos Bens Finais subiram 0,52% ante alta de 0,63% em dezembro; os preços dos Bens Intermediários subiram 0,23% ante 0,49% registrado no mês passado; e os preços das Matérias-Primas Brutas caíram 0,70%, ante alta de 1.07% apurada em dezembro.No varejo, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) ficou em 0,51%, ante alta de 0,66% em dezembro. Já o Índice Nacional do Custo da Construção (INCC) ficou em 0,60% em janeiro ante 0,65% registrada no mês passado.IPC-SA inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) ficou em 0,82% na semana encerrada em 13 de janeiro, segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV). No IPC-S anterior, de até 5 de janeiro, o indicador havia ficado em 0,72%. Dos sete grupos que compõem o indicador, cinco apresentaram alta de preços; e dois apresentaram recuo em suas taxa de variação, em comparação com o IPC-S anterior. Os grupos que apresentaram alta de preços no período foram: Alimentação (de 0,78% para alta de 1,16%); Habitação (de 0,31% para 0,43%); Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,26% para 0,28%); Educação, Leitura e Recreação (de 0,84% para 1,48%); e Despesas Diversas (de 0,63% para 1,07%).O grupo de Transportes apresentou desaceleração, passando de 1,75% na semana anterior para 0,99% na atual apuração da FGV. O setor Vestuário também apresentou retração em sua alta, passando de 1,34% para 0,90%. O grupo Alimentação respondeu individualmente por mais de 38% da variação total deste IPC-S, sendo a principal influência entre as sete classes de despesa. Já os grupos Habitação, Educação, Leitura e Recreação e Transportes contribuíram praticamente com a mesma intensidade, exibindo influências de 0,14 p.p., 0,13 p.p. e 0,12 p.p., respectivamente. Das classes de despesa que mais contribuíram para a formação deste índice, o grupo Transportes foi o único que apresentou queda em sua taxa de variação, em função da perda de influência dos preços administrados, reajustados nos meses finais de 2004. Por produtos, as altas de preços mais expressivas no IPC-S foram apuradas em gasolina, que apesar de uma desaceleração (3,38% para 1,76%) continua a influenciar o índice; a tarifa de água e esgoto, que passou de 1,66% para 2,23% e os reajustes no ensino superior, que passaram de 0,48% na semana anterior para 2% . Já as mais significativas quedas foram apuradas no limão (-30,56%); na manga (11,71%) e no arroz branco (3,46%). Por regiões, nesta apuração do IPC-S, Recife apresentou a maior taxa de variação, 1,20%. No Rio de Janeiro, os grupos Alimentação e Educação, Leitura e Recreação apresentaram variações de 2,11% e 1,69%, respectivamente. São Paulo apresentou a menor taxa de variação, 0,50%. Nesta capital, o grupo Transportes, registrou variação de 0,72%, inferior à da última apuração.

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