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IGP-M fica em 0,61% na segunda prévia do mês

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) ficou em 0,61% em sua segunda prévia de setembro, segundo informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em agosto, a segunda prévia do IGP-M ficou em 0,62%. O resultado ficou dentro das estimativas dos analistas do mercado financeiro ouvidos pela Agência Estado, que apontavam um resultado entre 0,45% a 0,80%. A FGV divulgou ainda o resultado dos indicadores que compõem a segunda prévia do IGP-M de setembro.Bens de produção e de consumoNo atacado, os bens de produção apresentaram aceleração de preços e passaram de taxa de 0,41% em agosto para aumento de 1,14% em setembro. Os bens de consumo, por sua vez, assumiram trajetória inversa, e tiveram alta de apenas 0,01% na segunda prévia do indicador de setembro, ante taxa de 0,97% na segunda prévia do IGP-M de agosto. Por produtos, as altas mais expressivas de preços, no atacado em setembro, foram apuradas em soja (5,56%); suínos (6,92%); álcool etílico hidratado (5,46%) e querosene para motores (5,18%). Já as mais significativas quedas de preço foram observadas em ovos (-5,79%); trigo (-8,47%); tomate (-32,34%); e adubos e fertilizantes compostos (-4,78%).VarejoNo varejo, o maior recuo de preços entre os grupos que compõem o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), dentro da segunda prévia do IGP-M de setembro, ocorreu no grupo Alimentação, que passou de taxa de 0,74% para queda de 0,41% de agosto para setembro. Segundo a FGV, dos sete grupos que formam o IPC, foram observadas desacelerações em cinco grupos, de agosto para setembro. Além de Alimentação, é o caso de Habitação (de 0,78% para 0,34%); Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,35% para 0,13%); Educação, Leitura e Recreação (de 0,56% para 0,28%) e Despesas Diversas (de 0,18% para queda de 0,33%). Os outros grupos apresentaram aceleração de preços. É o caso de Vestuário (de queda de 0,39% para alta de 0,65%); e Transportes (de 0,66% para 0,74%). Por produtos, as altas mais expressivas no varejo, na segunda prévia do IGP-M de setembro, foram observadas em tarifa de telefone residencial assinatura e pulsos (1,39%); limão (45,14%); gasolina (1,09%); e açúcar refinado (10,21%). Já as mais expressivas quedas de preço foram apuradas em tomate (-15,61%); manga (-34,93%); leite tipo longa vida (-1,81%) e vagem comum (-21,65%). Por sua vez, no âmbito do INCC, que abrange o setor da Construção Civil, houve aumento de preços no segmento de materiais e serviços (de 1,20% para 1,34%) e recuo de preços no segmento de mão-de-obra (de 0,37% para 0%).

Agencia Estado,

21 de setembro de 2004 | 08h53

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