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IGP-M tem elevação de 0,34% na primeira prévia de novembro

Preço de produtos agrícolas impulsiona alta do IPA, que registra elevação de 0,48%, segundo a FGV

Alessandra Saraiva, da Agência Estado,

12 de novembro de 2007 | 08h26

A primeira prévia do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) de novembro ficou em 0,34%, ante aumento de 0,84% em igual prévia em outubro. A informação foi divulgada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) na manhã desta segunda-feira, 12. Até a primeira prévia de novembro, o IGP-M acumula elevações de 5,52% no ano e de 5,85% em 12 meses. O período de coleta de preços para cálculo da primeira prévia do IGP-M de novembro foi do dia 21 a 31 de outubro.  No caso dos três indicadores que compõem a primeira prévia do IGP-M de novembro, o Índice de Preços no Atacado (IPA) teve elevação de 0,48% na prévia anunciada nesta segunda, ante alta de 1,14% na primeira prévia do índice de outubro. Por sua vez, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou taxa negativa de 0,16% na primeira prévia de novembro, em comparação com alta de 0,23%, em igual prévia do mesmo indicador em outubro. Já o Índice Nacional de Custos da Construção (INCC) subiu 0,59% na primeira prévia de novembro, ante alta de 0,41% na primeira prévia de outubro. Atacado Até a primeira prévia do IGP-M de novembro, o IPA registra elevação de 6,16% no acumulado do ano, e aumento de 6,47% no período de 12 meses. A alta é impulsionada pelos preços dos produtos agrícolas (que abrangem também o segmento de pecuária) e acumulam elevação de 15,63% no ano, e registram aumento de 15,98% em 12 meses. Na primeira prévia do mês, os produtos agrícolas subiram 1,22% no atacado, ante elevação de 3,65% na primeira prévia de outubro. A FGV informou ainda que os preços dos produtos industriais no atacado apresentaram elevação de 0,21% na primeira prévia anunciada nesta segunda, ante alta de 0,26% na primeira prévia de outubro. Os preços dos produtos industriais no atacado registram aumentos de 3,04% no ano e de 3,33% em 12 meses, até a primeira prévia de novembro. Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais acumulam altas de 3,80% no ano e de 3,63% em 12 meses. Já os preços dos bens intermediários têm elevações de 4,20% no ano e de 4,33% em 12 meses, até a primeira prévia do mês. Consumidor No ano, o IPC acumula elevação de 3,74% e aumento de 4,14% em 12 meses, até a primeira prévia do IGP-M de novembro. Segundo a FGV, o retorno à deflação da taxa do IPC, da primeira prévia do IGP-M de outubro para igual prévia em novembro (de 0,23% para -0,16%) foi causada principalmente pela queda de preços no grupo Alimentação (de 0,38% para -0,80%), no período. Das sete classes de despesa usadas para cálculo do IPC, quatro apresentaram desaceleração ou queda intensa de preços, na passagem da primeira prévia de outubro para igual prévia em novembro. Além de Alimentação, é o caso de Habitação (de 0,13% para 0,07%); Vestuário (de 1,45% para 0,52%); e Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,26% para 0,25%). Os outros grupos apresentaram aceleração de preços e queda mais fraca de preços. É o caso de Educação, Leitura e Recreação (de 0,05% para 0,08%); Transportes (de -0,15% para -0,14%); e Despesas Diversas (de -0,08% para 0,02%). Construção  Na construção civil, o INCC acumula elevações de 5,71% no ano e de 6,02% em 12 meses, segundo a FGV. De acordo com a fundação, a aceleração na taxa do INCC, da primeira prévia de outubro para igual prévia em novembro (de 0,41% para 0,59%), foi influenciada por aumento de preços mais intenso nos segmentos de materiais e serviços (de 0,75% para 0,96%); e mão-de-obra (de 0,03% para 0,19%). A FGV esclareceu ainda que, na análise de preços por produtos, as altas de preço mais expressivas na construção civil, na primeira prévia de novembro, foram registradas em cimento (6,10%); esquadrias de alumínio (1,82%); e areia lavada (2,38%). . Já as quedas de preço expressivas citadas pela FGV em seu comunicado, foram as elevador - social e de serviço (-1,22%); compensados (-0,58%); e produtos de fibrocimento (-0,16%).

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