Imagens de satélite devem render U$2,5 mi para Brasil e China

Durante a visita do presidente da China, Hu Jintao, ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) em São José dos Campos, nesta segunda-feira, o Ministério da Ciência e Tecnologia confirmou que os dois países, responsáveis pela criação e operação do satélite CBERS 2, vão vender imagens de sensoriamento remoto a partir do próximo ano para outros países. O acordo foi fechado na última sexta-feira, mas somente hoje a direção do Inpe revelou que até agora pelo menos dez instituições de países diferentes se mostraram interessadas em comprar as imagens. Cada adesão, por ano, vai custar US$250 mil, o que representa, no mínimo, para o ano que vem, um recurso de US$2,5 milhões, a ser repartido entre Brasil e China. O programa CBERS foi desenvolvido em uma parceria entre Brasil e China, que já dura 16 anos, com investimentos na ordem de 300 milhões de dólares. O CBERS 1 ficou em órbita por quase quatro anos e o CBERS 2 opera com sucesso até agora.

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