Ações

Empresas de Eike disparam na bolsa após fim de recuperação judicial da OSX

Imbróglio das concessões

Os leilões de Santos e Pará aguardavam três decisões do Tribunal de Contas da União (TCU): duas referentes às licitações propriamente ditas e uma sobre a suspeita de tratamento privilegiado à Estruturadora Brasileira de Projetos (EBP), contratada para fazer estudos e projetos de todos os portos a serem licitados.

O Estado de S.Paulo

12 de abril de 2014 | 02h07

As duas primeiras são consequência de uma decisão tomada pelo TCU em dezembro. Naquele mês, o plenário aprovou um relatório da ministra Ana Arraes com 19 restrições que, na prática, inviabilizaram os leilões. O processo, que discute a atuação da EBP só em portos, entrou na pauta de votações quatro vezes, mas não houve decisão. Houve três pedidos de vista.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.