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Impacto foi nulo, diz diretor da Petrobrás

Para Almir Barbassa, destino dos royalties não faz diferença para a estatal; apesar disso, ações recuaram ontem

RIO, O Estado de S.Paulo

21 de outubro de 2011 | 03h05

O impacto da nova divisão dos royalties para a Petrobrás foi considerado "nulo" pelo diretor-financeiro da estatal, Almir Barbassa. Seguindo a mesma linha das petroleiras que atuam no País e decidiram não se pronunciar sobre a polêmica, Barbassa foi lacônico: "Desde que não ocorram alterações em nossos contratos já assinados, não faz diferença para a Petrobrás o destino desses royalties", disse.

Barbassa evitou comentários, ao ser indagado sobre outras cláusulas excluídas do novo projeto de lei, como o limite de tributação para as empresas em 40% e a possibilidade de joint venture entre empresas privadas e União. "Não vou fazer comentários sobre algo que nem existe mais."

A interpretação do diretor, no entanto, não teve ressonância no mercado. Para analistas, mesmo que o projeto aprovado no Senado passe a ser apenas sobre a partilha dos royalties do petróleo entre os Estados e municípios do País, o principal ponto do texto é a indicação de que a alíquota dos royalties poderá ser ampliada.

Essa sinalização, segundo analistas, será mais uma barreira à recuperação dos papéis da Petrobrás. Ontem, as ações ordinárias da empresa fecharam com queda de 2,34% e as preferenciais com queda de 2,13%. / K.L.

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