Aly Song/Reuters
Aly Song/Reuters

finanças

E-Investidor: "Você não pode ser refém do seu salário, emprego ou empresa", diz Carol Paiffer

Importações chinesas em maio desabam por efeito da pandemia

Queda mais acentuada que a esperada nas importações sinalizou pressão crescente sobre fábricas do país

Reuters

08 de junho de 2020 | 05h00

PEQUIM - As exportações da China caíram em maio, atingidas pela pandemia de coronavírus que segue derrubando a demanda global. Enquanto isso, uma queda mais acentuada que a esperada nas importações sinalizou pressão crescente sobre fábricas do país.

As leituras de comércio da segunda maior economia do mundo colocam pressão sobre autoridades do país para adotarem mais medidas de estímulo para um setor que é crítico para a renda de mais de 180 milhões de pessoas. O comércio externo representa cerca de um terço da economia da China.

As exportações da China em maio caíram 3,3% sobre um ano antes, depois de uma alta surpreendente de 3,5% em abril, segundo dados divulgados ontem. Isso se compara a uma perspectiva de queda de 7% compilada por pesquisa da Reuters.

Embora as exportações tenham sido melhores que o esperado, as importações desabaram. Elas caíram 16,7% em maio sobre um ano antes, ampliando a queda de 14,2% em abril e compondo o pior declínio desde janeiro 2016. A expectativa média do mercado era de que as importações de maio cairiam 9,7%.

Como resultado, a China teve um superávit comercial recorde de US$ 62,93 bilhões em maio,

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.