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Importações da China em agosto caem inesperadamente mas exportações saltam

As importações da China caíram inesperadamente pelo segundo mês seguido em agosto, registrando o pior desempenho em mais de um ano e provocando especulações sobre se as autoridades devem afrouxar mais a política monetária para reanimar a demanda doméstica.

REUTERS

08 de setembro de 2014 | 07h37

As importações da segunda maior economia do mundo caíram 2,4 por cento em agosto na comparação com o ano anterior, informou nesta segunda-feira a Administração Geral de Alfândega, contra expectativa em pesquisa da Reuters de alta de 1,7 por cento.

Foi o segundo mês seguido em que as importações da China foram surpreendentemente fracas, levantando preocupações de que a tépida demanda doméstica, exacerbada pelo esfriamento do mercado imobiliário, esteja cada vez mais pesando sobre a economia.

Em contraste, as exportações da China foram surprendentemente boas em agosto em meio à demanda global mais forte. Elas saltaram 9,4 por cento ante o ano anterior e superaram a expectativa de alta de 8 por cento, embora a taxa de crescimento tenha desacelerando ante os 14,5 por cento de julho.

Isso levou o superávit comercial para uma máxima recorde inesperada de 49,8 bilhões de dólares, o que pode colocar mais pressão de apreciação sobre o iuan.

"É um conjunto interessante de números para as autoridades", disse Louis Kuijs, economista do RBS.

"Pede mais afrouxamento de política monetária, mas ao mesmo tempo exportações fortes e um superávit recorde colocará alguma pressão sobre as autoridades para deixar a moeda subir de alguma forma."

(Reportagem de Koh Gui Qing e Shao Xiaoyi)

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