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Inadimplência no varejo cresce 13,2% em novembro

Pesquisa divulgada nesta quinta-feira pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) mostrou que a inadimplência no comércio varejista da capital paulista aumentou 13,2% em novembro ante o mesmo período do ano passado. Foram recebidos 383.482 registros no Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), contra 338.809 em novembro de 2004. Em relação a outubro de 2005, quando o serviço recebeu 379.067 registros, houve alta menos expressiva, de 1,2%.A associação ainda informou que o número de títulos protestados cresceu 18,1%, na comparação anual, e 4,2% ante outubro de 2004. Quanto aos registros cancelados no SCPC, que mostram quando consumidor retira seu nome da lista de inadimplentes, houve aumento de 9,2% sobre novembro de 2004 e de 1,1%, em relação a outubro deste ano.Vendas crescemAs vendas no comércio varejista paulistano aumentaram em novembro ante o mesmo mês de 2004, segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira pela Associação. No período, as consultas ao SCPC, que indica as negociações a prazo, cresceram 3,9%, enquanto as consultas ao Usecheque, que indica as vendas à vista, apresentaram alta mais expressiva, de 6,1%. Em relação a outubro de 2005, foram verificados comportamentos distintos, com queda de 0,4% e elevação de 5,9%, respectivamente.Na avaliação da ACSP, as vendas a prazo demonstraram "desaceleração" no ritmo de alta que estava sendo observado até outubro de 2005, mês que havia registrado aumento de 4,7% sobre o mesmo período de 2004. Quanto ao desempenho das vendas à vista, a ACSP destacou que os resultados estão confirmando as expectativas de vendas dos bens de menor valor e que há preocupação com a desaceleração nas vendas de bens de maior preço.PerspectivasPara dezembro, mês tradicional de grande movimento de vendas, em função das festas de fim de ano, a ACSP projeta resultado positivo, com influencia da forte oferta de crédito para as pessoas físicas. A ACSP destacou que está "preocupada" com a possibilidade de aumento da inadimplência dos consumidores no último mês do ano. Segundo a associação, esse movimento poderá se confirmar, "caso não ocorra expansão do emprego e da renda".

Agencia Estado,

01 de dezembro de 2005 | 17h47

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