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Índia, China e Rússia encontram senso comum em comércio

Ministros dos países prometem buscar um maior 'aprofundamento e fortalecimento' da cooperação trilateral

Nathália Ferreira, da Agência Estado,

27 de outubro de 2009 | 09h43

Os ministros de Relações Exteriores da Índia, China e Rússia observaram nesta terça-feira, 27, durante encontro trilateral em Bangalore, a crescente influência de seus países no mundo e disseram que as três nações passaram bem pela crise econômica global. Os ministros afirmaram ter encontrado senso comum em questões desde mudanças climáticas a comércio, segurança e desenvolvimento.

 

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No comunicado conjunto, eles prometem buscar um maior "aprofundamento e fortalecimento" da cooperação trilateral, para assegurar paz e estabilidade na região.

 

"Apesar do impacto da crise financeira internacional, o ritmo de desenvolvimento dos três países melhorou, contribuindo para um crescimento mais acelerado entre eles", afirmou o comunicado.

 

O encontro dos três países - que junto com o Brasil formam o Bric - reuniu o russo Sergei Lavrov, o indiano S.M. Krishna e o chinês Yang Jiechi. As três nações representam cerca de 40% da população mundial.

 

Yang disse após o encontro que os participantes eram todos importantes países emergentes "que têm as mesmas posições ou similares" sobre questões de preocupação internacional, que incluem tráfico de drogas, crime organizado e acordos de gás e petróleo.

 

O comunicado aponta que as três nações consideram a ameaça de aquecimento global "muito seriamente" e vão trabalhar juntos para atingir um resultado bem sucedido na conferência sobre emissões da ONU, em Copenhague, em dezembro.

 

Shashi Tharoor, vice-ministro de Relações Exteriores da Índia, fez comentários positivos sobre a relação entre China e Índia, que têm sido afetadas pelos planos do líder espiritual tibetano Dalai Lama de visitar um país indiano no centro de uma disputa de fronteira entre os vizinhos. A China considera o Dalai Lama, que vive no norte da Índia há décadas, como um "separatista" que busca a independência do Tibete.

 

"As coisas parecem estar muito bem", disse Tharoor ao canal de televisão NDTV, em referência as relações entre as fronteiras, acrescentando que "pequenas irritações" ganharam proporção exagerada pela mídia do país. As informações são da Dow Jones.

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