finanças

E-Investidor: "Você não pode ser refém do seu salário, emprego ou empresa", diz Carol Paiffer

Índice europeu sobe e renova máxima em mais de três semanas

As principais bolsas de valores europeias fecharam em alta nesta sexta-feira, com a divulgação de lucros de empresas, como a fornecedora de produtos de luxo Richemont, contrabalançando dados da confiança do consumidor norte-americano, mais baixos que o esperado.

REUTERS

13 de novembro de 2009 | 15h32

O FTSEurofirst 300, índice das principais ações europeias, subiu 0,44 por cento, a 1.019 pontos, o maior patamar desde o dia 21 de outubro.

Ao longo da semana, o índice subiu 2,6 por cento e mais de 57 por cento desde a mínima recorde de março, após algumas grandes economias saírem da recessão.

Alguns indicadores, contudo, frustraram investidores.

A confiança do consumidor norte-americano caiu no início deste mês para o nível mais baixo em três meses por expectativas ruins para o emprego e a renda, mostrou uma pesquisa nesta sexta-feira.

O índice de confiança Reuters/Universidade de Michigan caiu a 66 na leitura preliminar de novembro, o número mais baixo desde agosto, ante 70,6 em outubro.

"Eu pensei que o mercado responderia de uma forma mais negativa aos dados da confiança do consumidor", disse Heino Ruland, estrategista da Ruland Research, em Frankfurt.

"Isso mostra que as pessoas estão convencidas de que o Federal Reserve vai continuar com uma política monetária frouxa, se não expansionista. Às vezes, os mercados asiáticos reagem mais a esse tipo de dado na segunda-feira seguinte, uma vez que eles dependem mais do consumidor norte-americano."

As notícias corporativas ajudaram a impulsionar as bolsas.

As ações da Richemont, que divulgou resultados acima das previsões, subiram 5,6 por cento.

As bolsas de Wall Street operavam em alta no horário em que as bolsas da Europa fechava. Ajudavam resultados de empresa como a Walt Disney, que teve uma valorização de 4,4 por cento nas suas ações, após os seus canais a cabo terem ajudado a ofuscar a sua fraqueza no estúdio cinematográfico.

Na Europa, o gigante HSBC também ajudou, subindo 1,2 por cento com esperanças de que o maior banco da Europa pagasse um dividendo mais alto que o esperado, disseram operadores.

Em LONDRES, o índice Financial Times fechou em alta de 0,38 por cento, a 5,296 pontos.

Em FRANKFURT, o índice DAX subiu 0,4 por cento, para 5.686 pontos.

Em PARIS, o índice CAC-40 perdeu 0,05 por cento, para 3.806 pontos.

Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve valorização de 0,32 por cento, para 23.284 pontos.

Em MADRI, o índice Ibex-35 avançou 0,27 por cento, para 11.867 pontos.

Em LISBOA, o índice PSI20 encerrou em alta de 0,29 por cento, para 8.514 pontos.

(Reportagem de Brian Gorman)

Tudo o que sabemos sobre:
BOLSAEUROPAFECHA*

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.