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Índices dos EUA sobem amparados por recuperação do ouro e resultados

O mercado acionário dos Estados Unidos subiu mais de 1 por cento nesta terça-feira, um dia após o pior desempenho desde novembro do ano passado, influenciado pela recuperação dos preços do ouro e pelos resultados da Coca-Cola e da Johnson & Johnson, que melhoraram a perspectiva para os resultados do primeiro trimestre.

CAROLINE VALETKEVITCH, Reuters

16 de abril de 2013 | 18h22

O Dow Jones avançou 1,08 por cento, para 14.756 pontos, segundo dados preliminares. O indicador Standard & Poor's 500 subiu 1,43 por cento, a 1.574 pontos. O índice tecnológico Nasdaq ganhou 1,50 por cento, aos 3.264 pontos.

Dados da inflação, que reforçaram expectativas de que o Federal Reserve, banco central norte-americano, vai manter em vigor seu programa de estímulo, somaram-se ao sentimento otimista.

O preço do ouro disparou após sua queda diária recorde, em termos dolarizados, na segunda-feira. O SPDR Gold Shares ETF, que perdeu 8,8 por cento com volume recorde de negociações nesta segunda-feira, ganhou 1,1 por cento para 132,80 dólares. O índice de matérias-primas do S&P avançou 1,9 pro cento, auxiliando o S&P 500.

O avanço do mercado veio após o S&P 500 perder mais de 2 por cento na segunda-feira, sua pior queda percentual diária desde 7 de novembro. O S&P 500 acumula alta de 10,4 por cento desde o início do ano, após registrar forte desempenho no primeiro trimestre, parcialmente como resultado dos contínuos esforços de estímulo do Fed.

"Acredito que ontem foi um pouco fora da curva (...) mas a tendência é que o mercado está se consolidando, mas veremos certo recuo no próximo mês e meio. Depois voltaremos a melhorar", disse o diretor de gestão do HighTower Advisors, Brian Amidei.

O papel da Coca-Cola ganhou 5,7 por cento para 42,37 dólares após atingir 42,48 dólares no intradia, maior nível desde 1998, e impulsionando o Dow Jones. A alta da ação surgiu após a divulgação dos resultados da Coca-Cola na terça-feira, quando a maior fabricante de refrigerantes do mundo anunciou lucro mais alto do que o esperado e um acordo para se desfazer da região de distribuição para cinco empresas engarrafadoras independentes.

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