Ações

Empresas de Eike disparam na bolsa após fim de recuperação judicial da OSX

Indústria argentina pede proteção a Kirchner

A União Industrial Argentina (UIA) pediu ao governo do presidente Néstor Kirchner que "tome conta da indústria nacional". O pedido foi feito pelo presidente da UIA, Alberto Álvarez Gaiani, que daqui a um mês deixará o cargo para o novo presidente, Héctor Méndez.A declaração de Gaiani reflete o clima da onda protecionista que tomou conta de diversos setores do empresariado argentino. O protecionismo argentino tem como alvo os produtos Made in China e Made in Brazil.Nas últimas semanas, houve mais pedidos empresariais para colocar novas restrições para a entrada de televisores brasileiros, além de máquinas de lavar roupa. Além disso, também estão surgindo pressões de fabricantes de toalhas de banho, que alegam que o produto brasileiro entra no mercado argentino com preço significativamente inferior ao mercado de origem.Segundo Gaiani, se a Argentina não conseguir fechar um acordo com o Brasil para a implementação de um sistema de mecanismos que evitem as "assimetrias" comerciais "será impossível que o Mercosul continue funcionando". O mecanismo "estrela" do sistema exigido pelo governo Kirchner são as salvaguardas.Gaiani disse que tem esperanças de que os dois governos poderão encontrar os instrumentos para resolver as divergências comerciais.O sucessor de Gaiani, Héctor Méndez, foi escolhido por ser o único candidato de consenso capaz de reunificar a divida UIA.

Agencia Estado,

22 de dezembro de 2004 | 09h35

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.