Indústria de SP abriu 1,5 mil vagas de trabalho, mostra Fiesp

Resultado no último mês corresponde a uma alta de 0,07% na comparação com julho, sem ajuste sazonal

Anne Warth, da Agência Estado,

15 de setembro de 2009 | 11h58

A indústria paulista criou em agosto 1,5 mil postos de trabalho, segundo dados divulgados nesta terça-feira, 15, pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O resultado corresponde a uma alta de 0,07% na comparação com julho, sem ajuste sazonal, e a uma queda de 0,04% no cálculo com ajuste.

 

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De janeiro a agosto, o nível de emprego registrou queda de 2,51%, com o fechamento de 57 mil vagas. Na comparação com agosto de 2008, o indicador teve queda de 8,43%, que corresponde a 203.500 vagas a menos.

 

Dos 22 setores nos quais a Fiesp divide a indústria para fazer a pesquisa, 13 registraram contratação no mês, 8 demitiram e 1 manteve o quadro de empregados estável. A indústria de vestuário foi a que mais criou empregos no mês, no total de 2.104 postos de trabalho. Já a indústria de produtos alimentícios foi a que mais demitiu, no total de 2.401 empregados. (Anne Warth)

 

Confiança da indústria de SP sobe ao segundo maior nível da história

 

A confiança dos industriais paulistas atingiu 56,5 pontos na primeira quinzena de setembro, divulgou a (Fiesp). Com esse resultado, o indicador Sensor da Fiesp alcançou o segundo maior nível da história, superado apenas pelo resultado de abril de 2008 (57,5). Na segunda quinzena de agosto, o Sensor estava com 53,8 pontos.

 

Todos os itens que compõem o Sensor superaram o patamar dos 50 pontos, o que indica confiança dos empresários em relação ao futuro. O item Mercado atingiu 64,9 pontos ante 64,6 na segunda quinzena de agosto; Vendas teve 57,9 ante 58,6 pontos; Emprego, ficou com 52,2 ante 54,5, e Investimento, com 54,5 ante 49,4.

 

O resultado desta quinzena também traz um marco. O item Estoque atingiu 52,7 pontos e superou a marca dos 50 pontos pela primeira vez desde junho de 2008 (52,5). Este foi o indicador que mais levou tempo para atingir o patamar de otimismo desde o início da crise.

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