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Indústria dos EUA quer posição forte da Apec na OMC

O setor industrial norte-americanopediu na quarta-feira aos líderes da Apec (entidade que reúneeconomias da Ásia e do Pacífico) que apóiem um corte enfáticodas tarifas industriais globais como forma de concluir achamada Rodada de Doha. Embora o principal empecilho seja as tarifas e subsídiosagrícolas dos países ricos, o setor manufatureironorte-americano diz que não haverá acordo se países de médioporte, como Brasil, China e Índia, não abrirem seus mercados amais produtos importados. "Eles têm de reconhecer que o grande gorila é a manufatura,que representa 70 por cento do comércio mundial", disse FrankVargo, vice-presidente de assuntos econômicos internacionais daentidade da Associação Nacional dos Manufatureiros. "Nãoqueremos que (a declaração da Apec) fale só de agricultura." O presidente norte-americano, George W. Bush, e outros 21líderes da Apec (Cooperação Econômica Ásia-Pacífico) realizamneste fim de semana sua reunião anual, em Sydney. Eles devemdar impulso, ao menos retórico, à Rodada de Doha, lançada háquase seis anos pela Organização Mundial do Comércio (OMC). "A Rodada de Doha não pode ser um sucesso sem cortessignificativos nas barreiras ao acesso real a mercados queimpedem um crescimento comercial mais rápido", disse JohnEngler, presidente da entidade norte-americana, em nota. (Reportagem de Doug Palmer; edição em português 551156447702)) REUTRERS AC

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