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Indústria e investimentos na China crescem abaixo do esperado

No Japão, governo diz que economia parou de piorar e expectativa do consumidor sobre a crise melhora

Hélio Barboza, da Agência Estado,

11 de agosto de 2009 | 08h36

O crescimento dos investimentos na China desacelerou em julho e os preços no atacado e no varejo recuaram ainda mais, dando razão aos argumentos do governo em defesa da manutenção das políticas expansionistas. Embora a expansão da produção industrial tenha se acelerado, a alta ainda foi pequena e bem abaixo das expectativas do mercado, segundo a agência Dow Jones.

 

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Entre janeiro e julho, o investimento em ativos fixos urbanos aumentou 32,9% em relação a um ano antes, desacelerando na comparação com a alta de 33,6% apurada no primeiro semestre, de acordo com os dados do Escritório Nacional de Estatísticas. A taxa de crescimento também foi menor do que a média das estimativas, de 34%.

 

A produção industrial de valor agregado registrou expansão de 10,8% em julho, na comparação com o mesmo mês de 2008, abaixo da média de 11,5% projetada por uma pesquisa com 13 economistas. O dado também superou ligeiramente o aumento de 10,7% em junho.

 

As vendas no varejo da China tiveram ampliação de 15,2% em julho sobre as do mesmo mês do ano passado, acelerando a expansão de 15% verificada em junho. Embora incluam as compras do governo, os dados sugerem que o consumo privado continua em recuperação.

Otimismo no Japão

No Japão, o Banco Central decidiu manter a taxa de juros em 0,1% ao ano. Segundo a instituição,  as condições econômicas pararam de piorar devido à melhora das exportações e da produção. O Banco Central manteve sua previsão de que a economia japonesa iniciará sua recuperação a partir do segundo semestre fiscal de 2009, que começa em outubro.

Os consumidores dores japoneses ficaram mais otimistas em julho sobre a perspectiva para a economia do que estiveram em mais de um ano e meio, informou o governo. O índice da pesquisa de confiança do consumidor, elaborada pelo gabinete do governo, que mede a perspectiva dos consumidores para seis meses, subiu para 39,4 em julho, o maior nível desde novembro de 2007 e o sétimo aumento mensal consecutivo. 

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