Índústria não sofrerá por antecipação com aumento de combustíveis, diz Skaf

O Fiesp afirmou ainda esperar que a população não seja penalizada com qualquer tipo de aumento de preço ou de impostos sobre os combustíveis

Glauber Gonçalves, da Agência Estado,

22 de junho de 2012 | 17h12

RIO - O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, disse hoje que a indústria não sofrerá por antecipação o possível aumento do preço dos combustíveis pela Petrobrás, aguardado pelo mercado. "É lógico que não vou pregar aumentos e que não vou fazer previsão de aumentos. Tem certas coisas que no momento em que acontece você avalia", afirmou.

Após participar de coletiva no Humanidade 2012, evento paralelo à Rio+20 no Forte de Copacabana, Skaf disse esperar que a população não seja penalizada com qualquer tipo de aumento de preço ou de impostos sobre os combustíveis. Ele disse que a Fiesp não foi chamada pelo governo para discutir um pequeno reajuste. "Espero que não haja nem a discussão desse assunto", declarou.

Skaf cobrou uma maior abertura da Petrobrás para discutir temas como esse. Segundo ele, alguns dos produtos comercializados pela estatal estão com preços acima do mercado internacional. "A Petrobrás tem que democratizar um pouco as discussões dela. Você pega o preço da nafta, de matérias-primas básicas que iniciam cadeias produtivas, e começa por aí já, com um preço acima do mundial, uma falta de competitividade na largada", avaliou.

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