Indústria pede novos cortes nos juros

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), deputado Armando Monteiro (PTB-PE), disse que a decisão do Copom de reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto porcentual, para 16,25%, "foi um sinal positivo" e manifestou a convicção de que, em abril, "haverá espaço para redução maior, significatriva". Segundo ele, no mês que vem, "já se vai poder pensar em redução de, no mínimo, um ponto porcentual". Para ele, dadas as circunstâncias da crise política do governo "a redução muito modesta, mas simbólica, vale muito porque significa a retoma da trajetória de redução da taxa". Segundo o presidente da CNI, o sinal dado pelo Copom vai atuar positivamente sobre a expectativa de retomada do crescimento da economia. A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo avaliou como correta a decisão do Copom, mas não acredita que a medida possa "alterar o estado de apatia do mercado interno". Em nota, a Fiesp afirmou que a "redução simbólica de juros é uma decisão muito superior à manutenção da taxa".

Agencia Estado,

17 Março 2004 | 20h40

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