Indústria tem resultado positivo na maioria do País

Os índices regionais da produção industrial de janeiro apresentaram um quadro de resultados positivos na maioria dos locais pesquisados, segundo divulgou o IBGE. Em relação a janeiro de 2004, houve aumento em 13 das 14 áreas investigadas. Região Nordeste (12,4%), Santa Catarina (11,5%), Paraná (10,9%), Pará (10,9%), Ceará (10,1%), Minas Gerais (8,4%), Espírito Santo (8,4%), São Paulo (7,7%), Bahia (7,5%), Pernambuco (7,4%) e Amazonas (7,2%) registraram taxas acima da média nacional (6,0%). Os demais locais com crescimento foram: Rio de Janeiro (3,4%) e Goiás (1,9%). Somente a indústria do Rio Grande do Sul (-1,1%) registrou ligeira redução. Para essa pesquisa, não há dados comparativos a mês anterior.São PauloEm janeiro, a produção industrial de São Paulo apresentou resultados positivos nos principais indicadores. Com o aumento de 7,7% na produção da indústria paulista em janeiro, o acumulado nos últimos 12 meses registra aumento de 11,8%, marca mais elevada desde agosto de 1995. Segundo o IBGE, no confronto janeiro 05/janeiro 04, houve contribuição positiva de 16 segmentos dos 20 segmentos pesquisados. Edição e impressão (29,0%) e máquinas e equipamentos (18,0%) figuraram como os principais impactos. Por outro lado, entre os quatro setores com taxas negativas, as principais pressões foram exercidas por máquinas para escritório e equipamentos de informática (-28,8%) e têxtil (-5,5%).INCCO Índice Nacional da Construção Civil (INCC) registrou variação de 0,65% em fevereiro, recuando 0,06 ponto percentual em relação ao resultado de janeiro (0,71%), segundo o IBGE. Na comparação com fevereiro de 2004 (0,82%), o resultado atual foi inferior em 0,17 ponto percentual. No ano, o acumulado foi 1,37% e em doze meses, 11,01%. O custo nacional por metro quadrado passou de R$ 511,33 em janeiro para R$ 514,66 em fevereiro, sendo R$ 302,57 relativos aos materiais e R$ 212,09 à mão-de-obra. A parcela dos materiais, que em janeiro variou 0,75%, em fevereiro subiu 0,69% (desaceleração de 0,06 ponto percentual). No ano, teve alta de 1,45% e em 12 meses, 13,81%. Já a componente mão-de-obra registrou variação de 0,60% em fevereiro, apresentando, também, uma queda de 0,06 ponto percentual em relação à janeiro (0,66%). No ano, subiu 1,27% e nos últimos 12 meses o índice foi 7,25%. Em termos regionais, O Nordeste apresentou o maior índice regional da construção civil em fevereiro (1,64%), pressionado pelos reajustes salariais na Bahia. A seguir, ficou o Sul, com alta de 0,80%. As demais regiões registraram variações abaixo da média nacional (0,65%), sendo 0,59% no Norte; 0,29% no Centro-Oeste e 0,13% no Sudeste.

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