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Indústria vê excesso de cautela na redução dos juros

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) disse que a decisão do Copom de reduzir a taxa Selic de 16,25% para 16% ao ano "mostra um excesso de cautela em relação à trajetória da inflação". Na opinião da entidade, a queda "não cria condições favoráveis para um processo de retomada da atividade econômica como o setor industrial desejava". Apesar da crítica, a CNI considera importante a retomada de uma trajetória de queda na taxa Selic e acredita "que haverá espaço para reduções mais acentuadas nos próximos meses". Para a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, o Copom poderia ter determinado um corte maior na taxa básica de juros. Segundo nota da entidade, "os indicadores da economia interna e o ambiente externo sereno" são indicativos de que o BC deveria ser mais ousado.Em Belo Horizonte, a Federação das Indústrias de Minas Gerais, avaliou que o Banco Central "continua extremamente conservador e que esta redução não traz nenhum resultado prático". Segundo a entidade, a grande preocupação dos empresários está relacionada aos juros bancários. "Em um cenário de inflação de 5,5% ao ano e juros de 16%, os spreads chegam a 50%", disse.

Agencia Estado,

14 de abril de 2004 | 19h08

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