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Inflação alta dificulta ganho real do investidor

SÃO PAULO - O aumento da inflação dificultou o ganho real do investidor. Em março, o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) ficou em 1,67% e superou todas as aplicações do mês, exceto a Bolsa, líder do ranking de investimentos. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 - uma prévia da inflação oficial do País - ficou em 0,73%.

Luiz Guilherme Gerbelli,

31 de março de 2014 | 21h19

Depois da Bolsa, as melhores aplicações financeiras Foram os fundos de renda fixa (0,74%) e o CDB (0,66%). "Embora o Banco Central venha aumentando a taxa básica de juros, a renda fixa continua correndo atrás da inflação", afirma Fabio Colombo, administrador de investimentos. "A inflação deve continuar pressionada, e os ganhos são muito pequenos quando se descontam inflação e o Imposto de Renda."

No acumulado do ano, o ouro lidera o ranking de investimentos com alta de 3,87%. Na segunda posição, estão os fundos de renda fixa (2,13%). Os piores investimentos são o dólar comercial (-3,78%) e a Bolsa (-2,12%).

"Nesse cenário, é preciso aproveitar as oportunidades. Por exemplo, os investidores deveriam atentar para o juro real dos títulos e fundos referenciados à inflação", diz Michael Viriato, coordenador do Laboratório de Finanças do Insper.

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