Inflação anual dos países da OCDE fica estável em junho, mas cresce no Brasil

Queda dos preços de alimentos e estabilidade dos valores de energia contribuíram para o resultado

Lucas Hirata, Agência Estado

29 de julho de 2014 | 09h32

Os preços ao consumidor subiram em ritmo mais lento entre as maiores economias do mundo em junho, uma vez que a queda em preços de alimentos e estabilidade nos valores de energia deixaram a Europa isolada na luta contra o problema da inflação baixa, de acordo com dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) médio dos 34 países-membros da OCDE, que tem sede em Paris, subiu 2,1% nos 12 meses até junho, mesma variação no período de 12 meses encerrado em maio. Considerando-se apenas os países do G-20, a taxa anual de inflação desacelerou para 2,9%, de 3,0%, na mesma comparação. O G-20 responde por 90% da atividade econômica global.

A OCDE informou que a inflação anual acelerou no Brasil para 6,5%, de 6,4%. Na Rússia, a alta no CPI passou para 7,8%, de 7,6%. Na China, por outro lado, o avanços dos preços ficou em 2,3% em junho, de 2,5% em maio. (Com informações da Dow Jones)

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