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Inflação de 2000 ficou abaixo da expectativa

O resultado acumulado em 2000 de 4,38% de alta para o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) ficou abaixo de todas as estimativas feitas pela instituição no decorrer do ano passado. No início de 2000, a previsão do coordenador do IPC, Heron do Carmo, era de uma inflação de 6% para o ano. Em 1999, o IPC ficou em 8,64%.O Índice do ano passado foi pressionado especialmente pelos reajustes dos preços administrados pelo governo. Apenas os aumentos da gasolina (de 35,85%), da energia elétrica (de 12,15%) e do telefone fixo (de 20,03%) corresponderam a 1,73 ponto porcentual do aumento no custo de vida em São Paulo. Se a gasolina não tivesse sido reajustada, o IPC teria fechado o ano em torno de 3,5%.Desde que o Plano Real foi colocado em prática, o item que apresentou maior variação positiva foi o aluguel, com aumento de 538,34% desde julho de 1994, ante inflação acumulada de 87,18% no período. O único grupo que registrou variação negativa desde o real foi o vestuário, com queda de 4,92%. Entre os alimentos, há destaque para os industrializados com alta de 24,03% no período, bem abaixo da média registrada pelo índice.

Agencia Estado,

09 de janeiro de 2001 | 13h28

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